Texto Pessoal

Texto Pessoal || Game Over

Olá Nossos Devanienses!

Gostaria de partilhar convosco um pequeno texto que escrevi recentemente.

 

Simplesmente tem cuidado. Nada é simples. Promete-me que não haverão promessas. O amor é tão simples. Promete-me o que já foi prometido. Lê um livro que não dá para ler e perde o controlo. Pára. Pára. Pára. Há algo que sabe a isso. Um hino inaudível. Não há nada que pare uma pessoa fria. Corre o risco. Algo assim. Algo assim. Algo assim. Ignora e vai. Esquece o Mundo e lembra-te de ti. Sê um Super Herói. Único. Intocável. Algo assim. Algo assim. Algo assim. Pára. Pára. Pára. Oh, não, vejo-te a correr. Algo correu mal. Dá-me um tiro, se for a solução. És um louco como um Oceano. Bolas! Estragas-te tudo. Pára e pensa. Matares-me é uma fantasia. Uma utópia. És mesmo um louco. Mantem-te em contacto para ganhares. Sabes qual é a solução deste jogo? A tua morte! Isso mesmo! Adeus!

 

Beijinhos

Junho

Texto_Pessoal || Liberta a Minha Mente

Olá Nossos Devanienses!

Texto_Pessoal

Realizado no Canva
Sonhos. Sonhei contigo esta noite. Sonhei que me ias matar. És tão patético! Como se tu pudesse! Nunca pudeste nada! Nada desde o dia que caiste pelas escadas. Lembras-te? Claro que não. Nem disso tu te lembras. Amnésia? É para rir! Rir! Sim, foi isto que eu sonhei. Que me ias matar. Da forma mais patética possivel como tu. Com uma almofada enquanto eu dormia. Fazes-me rir. O mais engraçado foi que não conseguiste. Como sempre desde que caiste das escadas. Por falar em escadas. Não me mataste no sonho, porque caiste pelas escadas. Bejes, lembras-te? Claro que não. Tu esqueces-te. Pedi as escadas bejes. Simplesmente isso: escadas beje! E o que fizeste?! Colocaste madeira! Madeira! Madeira que range o dia todo e não me deixa dormir. E quando durmo, sonho que um patético como tu me quer matar. Fiz-te um favor. Um favor! As escadas tinham de ser beje! Custava muito?! Não passas dum pateta imbecil! Nem para colocar as escadas bejes serves. Ainda bem que morreste quando caiste das escadas…
Beijinhos
Sem categoria

Texto_Pessoal || Mundo à Parte

Olá Nossos Devanienses!

Texto_Pessoal

Realizado na Canva

Senta-te nessa cadeira. Sentes que é frágil? É como a vida. Se a partires, pode ser que dê para a concertar. E se não der, irá talvez para o lixo. Senta-te nessa cadeira. Não faças mais perguntas e senta-te. Senta-te nessa cadeira. Sentes que vai partir? Óptimo, a vida assim. Tem calma. Faz o exercício do 4-7-8. Não conheces? Inspira quatro segundos, conserva a respiração do quatro ao sétimo segundo e no oitavo segundo expira. Faz três vezes. O número três é muito importante. Não faças perguntas, faz o exercício. Já acabaste? Faz mais três vezes. Já está? Mais três. Mais calmo? Então, mantei-te na cadeira. Escuta o mundo à tua volta. Escuta o silêncio. Sim, escutar o silêncio é muito importante. Faz-te sentir vivo. Sente o mundo à tua volta. Sente-o no teu coração. Consegues sentir? Tem calma, tudo a seu tempo. O tempo é relativo, por isso relaxa. Olha a tua volta. Capta tudo. Cada pormenor. Cada sensação. A cadeira partir? Não te preocupes, o momento também.

Beijinhos
Sem categoria

Texto Pessoal || Queres Deixar a Loucura da Minha Vida?

Olá Nossos Devanienses!

Hoje trazemos para vocês mais um texto da minha autoria. Quem sabe, mais para a frente, não publiquem os um texto da Francisca. A Francisca diz que não.

Texto

Imagem Retirada da Internet

Pára! Grita! Grita! Grita! Silêncio… Calas-te de repente. Porquê? Porquê? Porquê? Divertes-te assim? Eu já te conheço faz anos. Como diz a música que me obrigas a ouvir “O sonho é um assassino.” . Melanie Martinez acalma-te. Odeio-te! Não sou como tu! Não sou como tu! Não sou como tu! Deixa-me! Deixa-me! Deixa-me! Não estou a tremer com medo de ti, só tenho frio. Sim, frio. Não sabes o que é? És doido! Ris-te. Odeio o teu riso. Irritas-me! Não, não vou fazer isso! Pára! Pára! Pára! Não mandas em mim! Não somos amigos! Não vou matar ninguém! Deixa-me! Estás a fazer com que me magoe para te calares! Vou partilhar um segredo contigo: Não estou apavorada. Não tenho medo nenhum. Eu é que mando em ti! Quando tomo a medicação, tu calas-te! Eu não sou como tu. Eu existo e tu não.

Beijinhos
Sem categoria

Texto de Luna || Encantos de…

Olá Nossos Devanienses!

Daqui é a Luna. Trago-vos mais um texto da minha autoria que realizei para a Ficha de Avaliação de Português.
O texto é o seguinte:
Enquanto eu estava a passear pelo Porto, entrei num café e reparei que estava invisível. Para aproveitar a situação veio-me um pensamento “Poderia brincar um bocadinho, visto que estou invisível.”.
Comecei por trocar o açúcar usado para o café por sal fino. Encostei-me à parede e deixei as coisas acontecerem naturalmente. Olhei para uma idosa e reparei que estava a beber café. Fez uma cara tão feia que até me assustou.
Depois, deparei-me com um casal. Então, pensei que os poderia juntar ainda mais. Aproximei-me deles e, aproveitando que se encontravam de tênis, fiz um nós em seus cordões.
Quando se levantaram, a fim de pagarem a conta do lanche, caíram em cima um do outro. Uma risota!
E por fim, peguei num frasco de piri-piri e coloquei em tudo que os clientes estavam a comer. Sentei-me e vi toda a gente irritada enquanto exigia água. Estavam todos a gritar.
Aproveitei o momento, peguei em meias dúzia de bolos e um sumo, deixei o dinheiro no balcão e fui embora às gargalhadas para continuar o meu passeio.
Beijinhos
Aniversário

Texto Pessoal de Miss L || Alguma Vez Vamos Dar Certo?

Olá Nossos Devanienses!
Parece que hoje é o meu aniversário. Neste mês perfeito. Influente do melhor signo. Dezoito anos. Quem diria?
O que foi, Francisca? Não faço dezoito anos? Ninguém tem de saber. Dezoito, vinte, vinte e sete, trinta. O que importa? Só o espírito!
Para marcar este dia da melhor maneira, nada melhor do que um texto pessoal.
 

Imagem Retirada na Internet

Tinha uns 9 anos quando te conheci. Tornamo-nos amigos com o tempo. Nem sei porquê. Agora que penso nisso, até parece estranho.

Quando tinha quase 16 anos gostava de ti de maneira especial. Pensava que não teria qualquer hipótese. Porquê que teria? Tu tinhas acabado de fazer 27 anos.
Combinamos um jantar para comemorar o teu aniversário. Tinhas vindo ter comigo. Montijo era tão longe.
Nesse dia estava super nervosa. Para mim era um date e para ti um jantar de aniversário atrasado com uma simples amiga.
Fui para casa duma amiga com outra amiga. Precisava de apoio. Faltavam uma semana para fazer 16 anos e nunca tinha beijado ninguém. E ele já tinha 27 anos.Precisava de conselhos. Estava no sofá com elas, quando a anfitriã me beijou com um “pronto, é assim!”. Eu até escorreguei do sofá. Não estava mesmo à espera. Elas tinham 22 anos. A que me beijou era super descontraída e muito zen. Para ela a prática era o melhor ensinamentos. Já não estava tão nervosa. Fui com uma roupa que elas escolheram.
Rimo-nos imenso. Mais do que o habitual. Foi especial. Fomos para o apartamento que ele arrendou para aqueles dias para vermos um filme. ” Não penses que vamos ver um filme de terror!”, dizia ele sempre. Só queria mesmo a companhia.
Tomei coragem e, antes dele por play, disse que tinha de dizer uma coisa. “Mas e o filme?”, questionou a rir-se.
Olhei para as minhas mãos e disse que para mim era importante. Ele levantou-me o queixo e olhou-me nos olhos com uma questão: O que se passa, pequena?
Eu disse tudo. Disse mais do que devia, como sempre. Ele ficou inquieto. Quase me arrependi. Passamos o filme em silêncio.
Ele, que sempre ia ao meu aniversário, disse que não podia. Quis cancelar tudo e chorar. Tive o apoio das minhas amigas que me arranjaram e fomos ao jantar que tinham organizado para mim. ” Faz a tua própria felicidade, miúda. “, aconselhou-me a que me tinha beijado naquela tarde.
Quando íamos cantar os parabéns, ele apareceu. Calado. Eu fiquei mais branca do que já sou. Ele sorriu. Cantaram-me os parabéns. No final, ele pediu para falar comigo lá fora. As minhas amigas piscaram-me o olho como apoio.
” Sabes pequena, os nossos onze anos de diferença não abonam nada a nosso favor.”. Eu sabia disso. “Não precisas de dizer nada, a sério. Nem precisavas de ter vindo, se não querias.”. Eu ia voltar para dentro, triste. Ele agarrou-me no braço ” estás a perceber tudo erradamente.”. Eu fiquei sem reacção. “Mas temos de esperar que faças 18 anos. Dois longos anos a partir de hoje.”. Eu não tinha resposta. Eu não tinha palavras. Ficamos um mês sem falar. Ele voltou cá. Convidou-me para jantar. Quis recusar, mas as minhas amigas insistiam e até brincavam ” agora sabes beijar, aproveita.”.
Não dá para esperar dois anos. É muito tempo. E se ele encontra alguma mulher da idade dele? Não é nada difícil. Soube no jantar, desta vez no apartamento que ele arrendou, que ele pensava o mesmo. Ambos tenhamos medo de outra pessoa da mesma idade entrasse na vida um do outro.
Começamos a namorar. A distância não me fazia qualquer diferença, pois ele vinha cá regularmente. Ao fim de dois anos de namoro, amava aquela pessoa. Terminamos sem completar o quarto ano. Eu estava na faculdade. Mal notei a falta que fazia. Quando fiz 22 reatamos. Acabamos antes de eu fazer 23. Entrou a que ele chamava de melhor amiga em serviço. Ela estava desejosa por ficar com ele. Aos 24 namorei com um rapaz, mas no final, não passava dum imbecil, mulherengo que usava os textos para seduzir. Acabamos com um ano, mas continuavamos a estar juntos. No Carnaval antes de eu fazer 26 anos, cortamos de vez. Em Julho desse ano, voltámos sempre com a sombra da melhor amiga, a amiguinha como eu chamava. Ele disse que não passou de carência. Estava confuso. O Montijo deve ser a terra dos confusos. Aceitei que ele se tornar-se o meu ex-ex-ex-ex. Como dizia a minha amiga “foi por esse homem que aprendeste a beijar.”. Perto do Natal acabamos de novo. Pareciamos os protagonistas do ” Diário da Nossa Paixão ” sempre a sermos separados pela vida. A partir de Março nunca mais falamos. Ele foi único que verdadeiramente amei, mas tudo na vida mostra que não dá. Só me iludo. Fico feliz quando ele está, mas a minha amiga é que tem razão, sou eu que tenho de fazer a minha felicidade.
Ele vai e volta quando quer. No fundo, sempre lhe fez confusão a diferença de idades. Sempre. Sempre. Sempre. Onze anos para ele era um século. Só temos onze anos de diferença. É muito ou o importante o amor que une? Sim, o amor não é tudo. Tu provaste que não era tudo. Vais pedir de novo para voltarmos? Então lê este texto e pensa de novo. Não vou aceitar, por mais que te ame, que voltes a fazer da minha vida a tua montanha-russa. Queres alguém da tua idade? Fica com a tua amiguinha, que chamas de melhor amiga. Só falta mesmo salivar-se quando te vê. Eu não estou mais para esses filmes. Talvez ela aceite. Eu estou fora. Obrigada pelo que me ofereceres-te e até sempre.
Beijinhos
Sem categoria

Texto de Miss L || Não Tens Razão

Olá Nossos Devanienses!

Trago-vos mais um texto da minha autoria. Tentarei, futuramente, conseguir um texto da Francisca em troca dum Cheese Burguer. A Francisca diz que por um nem pensa no assunto. 
Talvez com cinco Cheese Burguers, talvez a Francisca escreva um texto para nós. 

Texto

Imagem da Internet
Discutimos, ultimamente, sempre pelo mesmo assunto. Estou cansada. Tens uma lata para a chamares de melhor amiga. Ela não passa de mais uma das tuas amiguinhas. Não mintas! Só falas nela. Eu poderia até gostar dela, se esse facto não existisse. Tu só olhas para o lado quando ela está ou falas dela. Todo o santo dia!
Deveria jurar mais mil vezes que és só meu. Ainda não acredito. Como diz a música “Só mesmo o amor para me fazer te aguentar!”. Lembras-te do copo que parti ontem? A minha vontade é do partir na tua cara! Se ela é assim contigo é porque tu deixas! Não me mintas mais! Gostarias de ficar com ela? Fica! É um favor que me fazem! Assim sei com quem lido há 5 anos! Nós estavam bem antes dela aparecer! Diz que estávamos! Diz! Diz! Diz! Eu também já te esqueci. É isso. Sai da minha casa! Fica com ela, a sério. Desaparece da minha frente! Não, não me chames assim. Pega nas tuas coisas e sai. Pede-lhe um tecto. Ela vai adorar. Não me mandem o convite de casamento. Simplesmente, sai…
Beijinhos