Técnica de Higiene e Segurança no Trabalho

STRESS NO LOCAL DE TRABALHO || BOM E MAU

Olá Nossos Devanienses!

 

Relógio De Bolso, Tempo De, Areia, Tempo, Relógio

 

No curso que estou a tirar, Técnica de Higiene e Segurança no Trabalho, tenho a disciplina de Psicossociologia no Trabalho. A saúde mental é muito importante e todos devemos estar atentos. Há dois tipos de stress:

  • O bom que dá adrenalina,
  • O mau é o que bloqueia.

Depende do modo como reagimos e como avaliamos a situação. Há o stress físico e o psicológico. Há três coisas que ajudam a gerir o stress:

  • Auto-confiança,
  • Adaptação,
  • Actualização.

 

Mulher, Face, Assédio Moral, Stress, Vergonha

 

Precisamos dum stress quanto baste na nossa vida exactamente como os barcos precisam de vento. Por outras palavras, se houver muito vento (stress) o barco (pessoa) derruba. Entendem a analogia?

Sempre houve stress no trabalho, pois o trabalho faz parte da nossa vida, mas antigamente (quando as pessoas eram menos actualizadas e informadas) era visto como fraqueza. Temos de estar atentos a estes factores:

  • as queixas dos Trabalhadores;
  • as disfunções, ou seja, viver exclusivamente para o trabalho;
  • sentir-se subcarregado, ou seja, com pressão;
  • a negatividade;
  • os sintomas desumanos, ou seja, ser agressivo com os outros, por exemplo.

 

Livros, Mulher, Menina, Estudo, Aprenda, Stress

 

Há vários factores stressantes, tais como:

  • o ambiente físico, isto é, o ruído, o calor, o frio;
  • a individualidade, isto é, não poder levar trabalho para casa, uma ausência de controlo;
  • sociais, isto é, a gestão do tempo, o ambiente. Um exemplo disso são os Chefes que gritam;
  • o trabalho em si, isto é, o papel do Trabalhador, o excesso de trabalho e a má organização.

Há quatro consequências:

  • corporais,
  • mentais,
  • emocionais,
  • comportamentais.

O bom stress é chamado de eustress.

Beijinhos

Resenha

RESENHA DO LIVRO || VALORIZE-SE, ORGANIZE-SE

Olá Nossos Devanienses!

 

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Parece que o livro não é nada chato. Li-o bem rápido. Bem rápido mesmo. Tem poucas folhas, é verdade. Quando fui a Barcelona, levei-o na mala e soube mesmo bem lê-lo.

Promete o que oferece: É prático.

Se queres rosinhas e florzinhas, esquece. Não é este o livro. Mostra a vida real como ela é. Dá dicas top. Nunca pensei na Teoria do Carrinho de Compras. Nunca me senti insatisfeita, conscientemente, por não estar cheio, mas faz sentido. No sentido, se tiver cheio, vai-me fazer sentir poderosa. Acho que nenhum Youtuber fez isso, seria uma sensação.

 

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Eu sou do tempo do Escudo. Nesse tempo, dava para encher um carrinho de compras com dois mil escudos (actualmente, dez Euros, ou seja, dez dólares, ou seja, 40 Reais). O Escudo rendia muito. Agora não vale a pena voltar do Euro para o Escudo, não mudaria nada do que piorou.

Dá dicas económicas. Fala das marcas brancas. Eu sou adepta da marca branca, das marcas próprias. Com a excepção de cremes, produtos de cabelo, perfumes e nessa gama. Se me falam de água, leite de soja, cereais, gomas, chocolates e por ai, de marca branca é top. Pingo Doce, Lidl, Continente e essas marcas.

Vou dar um exemplo, o meu chocolate favorito é o After Eight. Eu amo em versão marca branca. O meu paladar não tem problema nenhuma com marcas de Hipermercado. Se falarmos de detergente da loiça, eu prefiro Fairy (Fairy, patrocina-me – Todos sabem que estou a brincar, Francisca.).

 

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Como ele refere, é preciso ter cuidado com as promoções. Por vezes, é só um enche olho. Eu olho sempre, no exemplo das gomas, o preço do quilo. Aquele que tiver o preço mais barato do quilo, eu compro. Há coisas que parecem baratas porque estão em promoção ou pelo preço da unidade, e são muito mais caras.

Uma coisa que aprendi é que um frigorífico cheio consome menos.

É livro interessante e que pode mudar tantas vidas. Mostra que ser desleixado não é bom. Ele próprio é fruto do que escreve. Pelo que se lê, ele não é das pessoas que diz, mas não faz. Isso prende. Ele não promete que o livro é mágico e que basta ler que em três tempos tudo mudo. Ele mostra que leva tempo.

Quantas vezes ficas frustrada porque te prometem algo rápido e não o é? Este livro é para ti.

Beijinhos

Blogger

OS ALTOS E BAIXOS DUMA BLOGGER || INSTAGRAM

Olá Nossos Devanienses!

 

Instagram, Símbolo, Logotipo, Foto, Câmera

 

Caso vocês não saibam, temos o objectivo de chegar aos dez mil seguidores no Instagram até ao final do ano. Simplesmente pelo facto de que, desse modo, teremos mais um meio de publicidade, no caso, falo dos stories.

Há poucos meses atrás estava nos quatro mil e quinhentos seguidores. Só tenho este Instagram. Por mais que goste desta Rede Social. não tenho um perfil pessoal. O que fez com que quando dei conta que perdi quase duzentos seguidores, foi um grande golpe. É trabalho. Se forem seguir para depois deixarem, nem comecem. Foi na altura em que se falava que o Instagram estava a apagar as contas fake. Eu tinha assim tantos seguidores fake? Eu queria-me convencer que sim.

Pouco antes do meu aniversário, o meu telemóvel avariou e estive um mês (tempo que ele esteve a arranjar) sem colocar uma fotografia no Instagram. Era normal que as pessoas achassem que eu tinha desistido. Estava nos quatro mil e trezentos seguidores. Tinha de fazer algo. Algo pelo meu trabalho. Algo pela minha vida de Blogger.  Comecei a ver vídeos no Youtube sobre o tema. Estava num fase baixa. Tirei, automaticamente, da lista os lives. Por algum motivo não sou Youtuber. O conforto por detrás do ecrã faz-me bem. Pus mãos à obra.

 

 

As minhas estatísticas estavam um caos. Foi para isto que lutei. Cinco. Dezassete. Uma interação!

Aqui está o que eu fiz:

-Coloquei a fotografia mais bonita que tinha;

-Coloquei uma boa legenda ( a meu ver);

-Pus hastags;

-INTERAGI durante meia hora (Ouvi nos vídeos que os primeiros vinte minutos são importantes) – o algoritmo está sempre a mudar,

-Fugi das contas privadas. Não acrescenta nada ao vosso trabalho.

 

Não foi  milagre, foi trabalho. Foi dizer ao Instagram que a minha conta ainda está viva. Arregacei as mangas e vi o resultado surgir. Subi quase cem seguidores em três dias e todas as outras estatísticas. Pouco para uns. Uma vitória para mim.

Respondi aos comentários que foram surgindo. Retribui todos os likes ( aliás, fim uma chuva de likes a cada um). Quem me seguia, via se me interessava e colocava também uma chuva de likes. Ia às hastags usadas (Aquele nicho) e dava like às mais recentes fotografias. Ia ao feed e enchia tudo de likes. Uma maneira de dizer, ao máximo de pessoas possíveis, que estava ali. Que tinha voltado. INTERAGIR É A PALAVRA DE ORDEM. Comentei – parte que não gosto tanto – de vez em quando.  Trinta minutos após colocar uma fotografia bonita, dava os seus frutos. Poucos, mas mais do que há uma semana atrás.

Deixou de ser um perfil morto e, caso continue a fazer este trabalho, os dez mil estão muito perto. Já não parecem um utopia. Interagir no nicho muda muita coisa, aos poucos e poucos.

Peço que esta dificuldade, por agora, está ultrapassada. E vocês também estava – estão- desanimados com o vosso Instagram?

Beijinhos

 

Expectativa

EXPECTATIVA DO LIVRO || VALORIZE-SE, ORGANIZE-SE

Olá Nossos Devanienses!

 

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O que esperar dum livro de Cláudio Ramos? Não sei. Nunca li nada dele. O pouco que conheço dele é como Apresentador e, confesso que nunca li o seu Blog. O pouco que sei é que, profissionalmente, é irreverente. Parece ser amante da moda e pouco mais. Já ouvi que ele é quase como o Goucha só porque é gay. Tem tudo a ver, Produção…

É o primeiro livro que vou ler dele. Por um lado, gostaria que me fascinasse como os da Fátima Lopes (outra Apresentadora), por outro dispenso mais tentações literárias.

Eu gosto de variar nos géneros literários, mais do que em livros. Eu sei que já toda a gente notou, Francisca, estou a reforçar. Foi assim que descobri que gosto de policiais. Foi através de Ellery Queen. Achava que era uma mulher. Não te rias, Francisca. Produção, alimentem-na.

 

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Ser bonito não define talento, mas isso não invalida que eu escreva bem. Mas se escrever bem, mais depressa trago-vos até vocês a resenha. Quer dizer, depende do tempo por causa do curso. Veremos…

Segundo o resumo da Fnac  (Que tem mais livros baratinhos. Fnac, não faz isso comigo!): Da casa à roupa, passando pela família e pelo trabalho, partilho consigo dicas, truques e, sobretudo, ensinamentos que reuni em mais de uma década a trabalhar lado a lado com a maior força da natureza, a que consegue superar tudo e vencer, a Mulher. Bem-vinda!

Ao fazer uma rubrica dedicada à mudança de visual e de estilo de vida, travei conhecimento com a realidade de centenas de mulheres portuguesas. Ouvindo-as sem preconceitos ou ideias feitas, percebi que a grande maioria tem tudo para alcançar sucesso pessoal e profissional, apenas não tem as ferramentas para lá chegar.
Foi por isso que resolvi partilhar consigo tudo o que tenho vindo a aprender ao longo de muitos anos a dar formação na área da Valorização Pessoal.
Em Valorize-se, Organize-se! a leitora vai encontrar um livro prático, que a ensina a adaptar os seus sonhos à realidade, sem que isso signifique perder brilho ou criatividade. Um livro onde a realidade do dia-a-dia anda de mãos dadas com energia positiva. Um livro onde todas as soluções estão verdadeiramente ao seu alcance.
O pensamento positivo não lhe resolve a vida, mas pode ter a certeza que a organização diária a torna mais feliz. Sendo feliz, sente-se mais valorizada, e isso depende muito da forma como encara o dia. Porque feitas as contas, o tempo é o que se faz com ele.

 

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Gosto dum ponto: Tem um publico alvo, as mulheres. Eu gosto disto. É centrado num nicho e refere quem é esse nicho. Se alguém de fora quiser ler, é outro ponto. Escusam de dizer “Este livro é para todos!”. Esquece, não o é. Casa um tem o seu género.

Gosto que ele refere que o pensamento positivo por si só não resolve nada. De que serve o pensamento positivo se não se passa à acção? Cai do céu só porque somos positivos?

Beijinhos

 

 

Sociedade

TRATAREM POR SENHORA || “MAS EDUCARAM-ME ASSIM!”

Olá Nossos Devanienses!

 

Com Raiva, Gritar, Emoção, Boca, Arma, Rude, Odeio

 

Pessoalmente, detesto que me tratem por senhora. Na minha visão, não passa da maneira politicamente correcta de tratar por velha e eu sou bastante jovem. Normalmente, quem usa esse termo são as pessoas mais velhas do que nós. Que sentido tem? É para se sentirem jovens? Eu nunca trato por senhora a ninguém. É um termo muito pesado.

Eu digo sempre que é um termo que não gosto. Se não gosto, se não acho apropriado, digo e pronto. Há quem respeite e há quem não respeite.

“Mas foi assim que me educaram.”, é o que a maioria usa como desculpa. E que culpa tenho disso? Se eu estou a dizer que não gosto, só tem de respeitar e não tratar desse modo. Simples.  Se você foi educado a fazer chichi no mar, eu tenho culpa? Não é educação. O que é banal, nem sempre é normal. Se tu foste educado a cuspir para o chão, que culpa tenho eu? Se tu foste educado a assistir Touradas, que culpa tenho eu?

 

Homem Irritado, Ponto, Dedo, Índia, Com Raiva

 

-Mas você não é uma senhora?, perguntam espantados.

-Não, sou jovem. É meio óbvio.

Sabem o que são pleonasmos? “Velha senhora”, “Subir para cima”, “Descer para baixo” e por ai vai. Conforme podem ver neste site:”Pleonasmo é uma figura de linguagem usada para intensificar o significado de um termo através da repetição da própria palavra ou da ideia contida nela.”. Mas há um tipo de texto que gosto imenso “A jovem senhora anda correndo numa noite clara num dia de Verão gélido. Sim, aquele Sol intenso era congelante.”.

 

Angry, Man, Seated, Audience, Member, Irate, Anger

 

Não seria preciso pedir para respeitarem, como não não era preciso haver uma lei para por o cinto de segurança. Vou dar um exemplo: Há uma pessoa com dois nomes e gosta de ambos, por isso decidiu que o primeiro seria para a Família e Amigos e o segundo para a vida profissional. Uma Colega soube o primeiro nome e passou a trata-la dessa maneira.

-Mas não te chamas assim? Qual é o problema?

-Foi por esse nome que me apresentei?

-Não, não foi.

-Se não foi, só tem de respeitar. É difícil de entender? Esse nome é para a Família e Amigos. Faz parte de alguma dessas categorias da minha vida?

Também há aquelas pessoas que dizem para dizer os dois nomes e as OUTRAS pessoas escolhem qual querem usar. Bom, mas os nomes são da pessoa ou das outras pessoas?

 

Criança, Educação, Medo, Terror, Violentos, Supressão

 

 

Se não lhe ensinaram, ainda vai a tempo de aprender: Quando alguém diz para não tratar de tal maneira, não se ria, não se justifique, apenas respeite.

Por outras palavras, isto pode ser usado com outros termos: Querida, meu anjo, bebé e por ai fora. Se o receptor diz para não chamar, não chama. É difícil? Não existe “Mas educaram-me assim”. A outra pessoa não tem culpa disso. “Mas chama-se respeito”. Se eu, como receptora, não gosto, não é respeito. A sua liberdade acaba quando começa a do outro. Não se chama respeito, se a pessoa se sente ofendida.

Respeitar, para si, é tratar a outra pessoa de modo que a ofende? Ser educado, para si, é a outra pessoa dizer que não gosta de ser assim tratada e você continuar? Ser educado é justificar com “Eu fui educado assim”? Se você fosse educado que a violência resolve tudo, a outra pessoa teria de levar com isso? E se você fosse ensinado a resolver as coisas gritando e insultando? E se você fosse ensinado que as crianças devem seguir a tradição de fumar no Dia de Reis?

 

Laptop, Mulher, Educação, Estudo, Jovem, Computador

 

 

Há um limite. Há um limite para tudo. Aprende todos os dias quem quer. Eu não tenho de aceitar algo só porque você foi educado assim.

Em conclusão, não é porque em casa te dizem que é correcto que passa automaticamente a ser. Não é por te dizerem em casa que não faz mal que passa automaticamente a ser assim. Simultaneamente, se eu lhe disser que não quero levar com o seu fumo, você não tem de me dizer “Mas o meu Pai fazia isso e ninguém morreu.”. Não há “mas”! Engula o “mas” e respeite. Não insista. Não se ria. RESPEITE! Não quero saber dos seus “mas”. Estou-me a marimbar para os seus “mas”. Está-me a incomodar. Ponto final, parágrafo.

Se me chatearem muito, bloqueio. Não tenho de aturar a má educação alheia. 

Beijinhos

 

Resenha

RESENHA DO LIVRO || AS NOVE VIDAS DE DEWEY

Olá Nossos Devanienses!

 

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Eu amo gatos. É o meu animal favorito. Tão independentes. Foi o que me chamou a atenção neste livro. Livro esse que já devo ter há um bom tempo no meio dos meus mais duzentos livros por ler (Tenho mais de quatrocentos). Sou a Louca dos Livro, além da Louca dos Signos.

Eu juro que já fui menos controlada. Eu proíbo-me de ir a Lojas de livros e corro das promoções. Isso ajuda muito. Cai em tentação? Cai em tentação, mas não tanto. Tenho mais de duzentos livros para ler, conscientemente não me faz sentido ter mais sem ler esses. Inconscientemente é outra história.

Ler é bom. Faz parte da vida. Faz parte da evolução. Emprestar, já é outro plano. Só empresto a quatro pessoas, pois já estou muito, mas muito escaldada. É triste quando a pessoa é ensinada a não devolver o que lhe é emprestado. Sim, faz parte da educação de cada um. Eu jogo muito sentimento nas coisas e custa-me quando não me devolvem.

 

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Fiquei rendida às várias histórias. Não li o primeiro, mas não influenciou em nada. Se acho importante ler o primeiro? Sem dúvida, mas já referi anteriormente, que não conto com isso tão cedo e quase detesto receber livros como prenda. É um sentimento agridoce. Amo livros, mas ter mais deixa-me com um sentimento ruim “E se eu não conseguir ler todos?”. Por vezes, desejo levar os livros comigo quando morrer. Seria top.

A parte final confundiu-me ao início. No começo da segunda parte. Depois vi que a Autora se chamava Vicki. Sim, eu raramente sei o título e o Autor. Quando me perguntavam o que andava a ler, respondia sempre “Um livro sobre a vida de gatos.” ou “Um livro sobre gatos.” ou algo parecido. Se for dos meus Autores favoritos é mais fácil lembrar-me. Francisca, achas mesmo que se esqueceram quais são os meus quatro Escritores favoritos? Vamos relembrar: Stephen King, Sophie Kinsella, Guillerme Musso e Federico Mussia.

Achei as histórias bem marcantes. Os animais de estimação marcam-nos tanto, mas tanto. São parte de nós. Bem, para alguns não, mas passemos à frente.

 

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São mini contos ou mini histórias apaixonantes. Mostra que o Mundo não está perdido. Ainda há quem sinta amor pelo próximo. Sim, pelo próximo, porque o ser humano também é um animal. Alguns mais racionais do que outros.

Aconselho vivamente cada linha. Cada momento. Cada episódio.

Beijinhos

 

Técnica de Higiene e Segurança no Trabalho

BURNOUT || A DOENÇA DO SÉCULO

Olá Nossos Devanienses!

 

Menina, Mulher, Pressão Para Executar, Aprenda, Livro

 

No curso de Técnica de Higiene e Segurança no Trabalho, mais precisamente na disciplina de Psicossociologia no Trabalho aprendi um termo novo: Burnout. Desconhecia de todo esse termo. Estou nas aulas para aprender, não é mesmo? Aprende todos os dias quem quer. Aprender e depois partilhar convosco.

O burnout significa arder tudo como um fósforo. É um esgotamento. Afecta a vida pessoal e profissional. Torna-se agressivo e desumano. Há vários factores que facilitam esta doença, dois deles são:

  • a personalidade;
  • o trabalho em si.

 

Burnout, Correspondência, Queimadas, Doença, Fogo

 

Sim, a personalidade. Se somos excessivamente perfeccionistas é um sinal de baixa auto-estima. Uma necessidade enorme de agradar os outros. Isso esgota-nos. Mata a nossa saúde mental. Não descuidam a saúde mental.

Mais importante do que isto tudo é analisarem este site onde mostra os sinais que devemos estar atentos:

  • Sente pressão excessiva por parte das chefias
  • Tem dificuldade em executar as tarefas solicitadas
  • Tem uma carga horária excessiva
  • Tem mau ambiente social entre colegas e chefias
  • Sofre de violência psicológica e física no local de trabalho
  • Falta ao trabalho regularmente
  • Chega constantemente atrasado ao trabalho
  • Sai mais cedo do trabalho regularmente
  • Não tem vontade de ir trabalhar

 

Burnout, Assédio Moral, Jogos, Fogo, Chama, Queimar

 

Também tem lá as causas, os sintomas e o tratamento.

Vou transcrever também os sintomas:

  • Sensação de cansaço constante
  • Alterações de apetite
  • Desmotivação e apatia
  • Alteração do sono
  • Fragilidade do sistema imunitário
  • Dores de cabeça, lombares e musculares
  • Sentimentos de inutilidade
  • Sentimento de fracasso
  • Isolamento social
  • Baixa produtividade
  • Diminuição do sentimento de realização profissional

Beijinhos

Miss L

CARROS TOPO DE GAMA || NÃO GOSTO

Olá Nossos Devanienses!

 

Bmw, Carro, Frente, Carro Esporte, Sintonizado

 

Não, eu não gosto de carros topo de gama. Não gosto. Eu gosto em sentido estético, são bonitos, mas só isso.

Vou explicar. Eu gosto de ver, não gostaria de ter. Exactamente como as casas de pedra. Eu amo casas de pedra, mas para morar gosto de apartamentos pequenos.

Uma coisa é gostar de ver, outra é gostar de ter.

 

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Nunca fui de marcas, nem actualmente o sou. O meu sonho de consumo dum carro era um descapotável azul médio metalizado. De que marca? Qualquer uma. Peugeot. Opel. Gosto imenso destas duas marcas. Mas desde que ande, seja económico, seguro e que não avarie com facilidade. Básico.

Não me perguntem porque, mas era assim o carro que eu sonhava. Procuro qualidade e não marcas. Isto vai para tudo.

Para escolher uns ténis escolho pela sola e não pela marca. Eu fui operada aos pés e por isso torço muito os pés. Dai a sola tem de ser boa e também, porque eu tenho tendência a gastar muito a sola. Se é das Adidas, da Nike ou do Jumbo. É-me igual. Só me importa a qualidade. Se é da marca X ou Y, dá ao mesmo.

Até para comer sushi, prefiro que seja barato e bom. Nunca fui a nenhum restaurante caro. No máximo pago quinze euros e tem de ser buffet. Comi uma vez num local que não era buffet e jurei para nunca mais. Fiquei com fome. Fui ao Burger King.

Beijinhos

 

Técnica de Higiene e Segurança no Trabalho

ERRO HUMANO || CONTEXTO DE TRABALHO

Olá Nossos Devanienses!

 

Face, Vazio, Mulher, Esperar, Tempo De Espera

 

O que mais influência o erro humano é a facilidade com que muitas pessoas despacham as coisas que executem. O erro humano, por outras palavras, é uma falha numa sequência de acção. Pode ser devido a tarefas não planeadas ou planos inadequados. Se virmos pelo lado positivo, o erro humano serve para melhorarmos, para aprender.

O erro humano é a maior preocupação dos Gestores e dos Recursos Humanos. O erro humano tem três consequências:

  • perdas a vários níveis;
  • prejuízos a vários níveis;
  • perdas invisíveis, ou seja, aquelas perdas como o tempo gasto na recuperação.

 

Homem, Face, Expressão Facial, Corpo, Nu, Humanos

 

 

Na velha visão, visão do passado, o erro humano é a causa dos acidentes. Na nova visão, o erro humano é o sintoma de problemas profundos. Procura-se saber a origem e saber interpretar. Isto das visões é uma interpretação de Dekker.

Segundo a Classificação Reason de mil novecentos e noventa, há dois tipos de actos inseguros:

  • intencionais,
  • não intencionais.

A primeira é uma transgressão, facilitismo. O segundo está relacionado com a maior parte dos acidentes e divide-se em falha e esta é de atenção e em lapso e este é de falha de memória. Ou seja, a falha seria por não estar atento e o lapso seria de ter-se esquecido-

 

Área De Trabalho, Laptop, Artesanato, Natureza Morta

 

No contexto do trabalho, o erro humano é mais provável quando alguém não está presente de corpo e alma, ou seja, está a fazer frete. Está lá só pelo dinheiro. Não procura outros ganhos para além do dinheiro. Está lá ansioso que chegue a hora de sair.

As causas do erro humano são:

  • a falta de capacidade,
  • a ausência de conhecimento,
  • a comunicação,
  • a ergonomia inadequada,
  • a falta de aptidão física e/ou mental,
  • a falta de motivação,
  • a falta de memória,
  • a condição “psíquica” do ser humano.

 

Esquizofrenia, Psicologia, Mulher, Face, Olhos, Psique

 

No contexto de trabalho, o erro humano tem as seguintes consequências, mais detalhadamente:

  • acidente,
  • incapacidade permanente,
  • doença profissional,
  • perda de clientes,
  • má imagem da empresa,
  • falta de motivação.

Inscreva Se, Desculpe, Personagem, Figura, Silhueta

 

As medidas preventivas para evitar o erro humano são:

  • formação de prevenção;
  • registar e contabilizar o erro e dos custos invisíveis;
  • investir no desenvolvimento do ser humano (eliminar a causa);
  • programa de qualidade,
  • implantar a gestão,
  • rever o posto de trabalho,
  • analisar perspectivas,
  • gerir conflitos,
  • evitar vícios antigos.

Esta matéria foi dada na aula de Psicossociologia, no curso que estou a tirar de Técnica de Higiene e Segurança no Trabalho.

Beijinhos

 

 

 

Miss L

NÃO GOSTO || O QUE CONSIGO OU NÃO COMER

Olá Nossos Devanienses!

 

Criança, Revoltado, Nojo, Menina, Jovem, Não Gosto

 

Para quem não sabe, o facto de não gostarmos ou gostarmos dum dado alimento depende do nosso paladar e ele muda com o tempo. Há coisas que tu comes e gostas e coisas que não gostas. Não podes saber se gostas ou não sem não provares, não é possível. Se fizerem isso, correm o risco de provarem e tornar-se a vossa comida favorita. Aconteceu-me com o sushi. disse até aos vinte anos e tal que não gostava de sushi. A minha Tia insistiu, comi e amei. Acontece.

Mas há dois tipo de comidas que não gostamos: As que conseguimos engolir e as que não conseguimos. Há comidas que dão para fazer frete e outras não.

 

Cereais, Pequeno Almoço, Refeição, Alimentos, Taça

 

 

A minha lista é esta:

-Comida que consigo engolir:

. frango (se tiver muito limão, come-se),

. puré (Porquê que se junta batatas com leite?),

. banana,

-milho,

. bacon (cortado aos bocadinhos disfarçado no Carbonara).

 

Purê De Batatas, Caldo De Batata, Batatas, Comer

 

 

-Comida que não consigo engolir:

. leitão,

. polvo (aquelas rodinhas são horríveis),

. lula,

. feijões (excepto feijão frade e grão de bico – gosto).

Beijinhos