Resenha

RESENHA DO FILME || JUEGO SINIESTRO

Olá Nossos Devanienses!

 

Imagenes de la Película: Juego Siniestro (2016) Página 2

 

O miúdo só diz uma frase no final num cenário um “pouco” copiado do meu filme favorito: Sinister. Em nenhuma parte do filme, que eu tenha reparado, não explica o porquê de Júlio não falar, só diz há quanto tempo aconteceu algo. “Já passaram x anos. Eu sei que tu podes falar.”. Sim, mas o quê que aconteceu?! Que trauma foi esse?!

Há uma parte que eles tentam fugir, mas há um homem que diz que no dia seguinte é a festa do Júlio e por isso ninguém sai. Ela fica com uma cara de “Okay, já não quero ir embora.”.

E é aquele tipo de pessoa que diz que não se acredita em nada e quando já está tarde, acredita. Cliché.

 

JUEGO SINIESTRO | Trailer Oficial | Estreno: enero 18 de 2018 ...

 

Aparece esta mulher. Tem uma mão podre, o que dá a entender que esteve no ritual. Mostra a raba. A lâmpada cai. Alguém a agarra. Dá a ideia que morreu e depois não se referem a ela durante o filme todo! Então porque raio ela apareceu numa cena? Ninguém quis saber dela. Morreu, está morta. Quem era? Não sei.

O filme tem muitas pontas soltas e não tem quase nada que explique. Focou-se praticamente numa coisa e pronto. Esqueceu-se de dar outra explicações. E nem isso fez direito. Aquele ritual era para quê? Para a vida eterna, por isso usavam quem usava? Porquê que se ficava com a mão podre? Mil e uma questões e poucas respostas. E é um filme demasiado cliché. Com o Ouija que nem é seu. Sustinhos baratos. “Brincadeiras” com brinquedos inanimados para chamar a atenção sob os fantasmas. “Olha eu aqui a brincar com o teu carrinho.”. A sério?

O miúdo anda sempre com um tablet atrás para escrever e jogar. Há uma parte que ele está debaixo da cama, levanta-o e vê umas pernas mortas de pé. Eu, muito inteligentemente, disse: Tira uma fotografia! Não tirou. Seria interessante que ele mostra-se à Mãe Psicologa Céptica. Tem de haver sempre alguém céptico. Se todos acreditassem, o filme acabaria depressa.

Eu só penso: Porquê?!

Beijinhos

Expectativa

EXPECTATIVA DO LIVRO || ANNA E O BEIJO FRANCÊS

Olá Nossos Devanienses!

 

Resenha do Livro "Anna e o beijo francês" | Enfim, resolvido!

 

Sim, Francisca, eu sei, é mais um livro que deveria ter lido em Agosto do ano passado. Ainda vou a tempo, eu acho.

Segundo me consigo recordar, nunca li nada de Stephanie Perkins. Estou curiosa. Parece meio adolescente, confesso. Porém, não quer dizer que seja mau. O livro Pequenas Mentirosas também o é e eu adorei. Uma boa escrita, a nosso ver, no momento certo é o ideal para gostarmos dum livro.

A sinopse mostra-nos o seguinte:

Anna Oliphant tem grandes planos para o seu último ano em Atlanta: sair com a melhor amiga, Bridgette, e namoriscar com um colega no cinema onde trabalha. Por conseguinte, não fica muito contente quando o pai a envia para um colégio interno em Paris. As coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um rapaz deslumbrante – que tem namorada. Ele e Anna tornam-se grandes amigos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Irá Anna conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?

 

Trilha sonora: Anna e o beijo francês | Beijo frances, Beijo e ...

 

Vou fazer uma confissão, após ler o primeiro livro que me fez entrar neste mundo à parte, eu sonhava andar num Colégio interno ( eu andei num externo), pois nesse livro estava escrito que tinha passagens secretas e eu sonhava ( que inocente!). Os livros servem para isso: Para nos fazerem sonhar.

É mesmo um livro tipico de adolescentes, pelo que mostra a sinopse. “O meu Crush tem Namorada. É tão inacessível. Vou-me tornar na sua Melhor Amiga para ele não me olhar como mais uma.”. Adolescentes sendo adolescentes. Não me parece um livro deslumbrante, mas a capa é gira. Sim, eu escolhi o livro pela capa. Quem nunca, não é mesmo?

Será que Anna será beijada e terá o seu beijo Francês ou ficará com uma baguette? Desculpem o trocadilho, as baguettes são Francesas, daí a alusão. Uma piada previsível, eu sei, Francisca!

Beijinhos

Expectativa

EXPECTATIVA DO FILME || JUEGO SINIESTRO

Olá Nossos Devanienses!

 

Juego siniestro (2017) - Película eCartelera

 

Vamos ver mais um filme através da Netflix, graças à nossa querida Enfermeira K. É uma produção Espanhola e esperemos que seja bom. Quando escolhemos um filme, esperamos sempre que seja bom, obviamente.

Há um jogo que parece ser Ouija. Há uma criança chamada Júlio. Há alguém debaixo da cama só com as pernas de fora. O miúdo sai do armário e as pernas desaparecem. “O medo despertou.”. Há um livro antigo. Todos que usaram o tabuleiro agora estão mortos.

“Sinta o terror.”. Há um carrinho que anda sozinho. Uma mão morta (acizentada) que pega nele. Parece que há um ritual que sacrifica crianças. Tem o simbolo de Satanás e blablablá.

 

Juego siniestro | Cine PREMIERE

 

Não parece ser nada de interessante, mas desde que não tenha romance pelo meio, está bom.

A sinopse diz-nos o seguinte: Vivem assombrados por memórias do passado; mas, no interior, dum edifício sinistro, ainda há espirítos por enterrar. Andaram a jogar o que não deveriam? A sério que ainda brincam com o que deve estar quieto só para tentarem fazer uma estória? Este tema dos jogos e joguinhos já é ultrapassado.

Veremos se é minimamente bom.

Beijinhos

 

Resenha

RESENHA DO LIVRO || O SOL DA MEIA NOITE

Olá Nossos Devanienses!

 

O SOL DA MEIA-NOITE - JO NESBø | RESENHA - Coisas De Mineira

 

Foi um livro interessante que li entre os dias dez e onze de Abril deste ano. São apenas duzentas e seis páginas. Lê-se bem. É fofo. Parece mais um romance do que outra coisa. Mas eles são um casal tão fofo. Porém, ambos são um pouco machistas. Um fez o que fez para ter onde dormir, o outro ficou chateado e depois foi como se nada fosse.

Eu confesso que o li como um romance puro na sua segunda parte. Há demasiado amor e pouco crime. Há lealdade, o que é bom. Há o arrependimento da parte do Pai que achou que estava a fazer o correcto pela Filha. Tem várias vidas num só livro. Torna-o quase real. Torna-o tocante.

A escrita é cativante e dá vontade de ler mais e mais. Descobrir mais livros de Jo Nesbø. Porém, isso significa aumentar a minha lista de não-lidos. Todos os dias há tentações literárias. Eu juro que tento conter-me, mas nem sempre é fácil. Nota-se pela pilha enorme que tenho de não lidos. Se não existissem livros para ler seria mais grave e triste. Os livros são uma parte muito boa da vida.

Beijinhos

 

Resenha

RESENHA DO FILME || THE PURGE: ANARCHY

Olá Nossos Devanienses!

 

Rick's Cinema: Três novos posters de "The Purge: Anarchy"

 

O filme é bom, não tiro o mérito, mas, como é óbvio, é mais do mesmo. Há aquele grupo de ricos que acham muito bem matar os outros, mas matar a eles está errado. É como aquilo de bater. Se fosse assim tão bom morrer para “purificar” matava-se a eles próprios. O ser humano é um pouco egoísta, vê-se quando se referem ao trabalho dos outros, por isso, se algo é muito bom, eles usam mais depressa neles próprios. O chocolate é bom e há quem não partilhe. Prefere comprar duas barras do que partilhar a sua. É a realidade e na violência é igual. Se fosse bom, neste caso, matavam-se a eles próprios para “o bem da purificação”.

Uma coisa muito interessante é que os que tinham mais consciência despediam-se uns dos outro com “Se protege”. Sim, eu vi o filme dublado. Confesso. Eu prefiro para puder dividir-me por outras tarefas. Não vale a pena tentar iludir-vos. É esta a verdade. Os filmes dublados são bastante vantajosos para mim.

 

Review: Why 'The Purge: Anarchy' is this Summer's Essential Guilty ...

 

A vida divide-se em dois grupos: Os conscientes e os inconscientes. E claro que isto dá dinheiro a quem organiza: menos pessoas, menos despesas. Os objectivos giram sempre à volta do dinheiro como o leite de vaca, tabaco e tudo mais do mesmo nível de prejuizo. Dinheiro. Dinheiro. Dinheiro. Se não fosse a porcaria do dinheiro, nem o leite de vaca haveria à vende de tão mal que faz.

O importante não são as pessoas, mas sim o dinheiro na visão deles. É nojento, mas é a realidade. Há quem invente que o leite de vaca faz bem só para vender. Como se nós não tivessemos aprendido na Escola que o melhor leite é o materno. Até chegaram ao ponto de inventar que quem fuma não apanha Corona Vírus. É mesmo preciso ser doente por dinheiro. Todos somos fumadores, uns passivos e outros activos, não há meio termo. Por isso, se fosse verdade, ninguém morreria. Não é preciso inventar a roda. Tudo marketing. Tudo pelo bem do bolso de alguém.

Beijinhos

Expectativa

EXPECTATIVA DO LIVRO || O SOL DA MEIA-NOITE

Olá Nossos Devanienses!

 

Resenha] O Sol da Meia-Noite — Jo Nesbø | Minha Vida Literária

 

Sim, é mais um da lista de livros que deveria ter lido em Agosto do ano passado. Agora que vou trabalhando neles parece bem grande o número que tinha de ler. Mais vale tarde do que nunca e não completou um ano. Acho que isso é bom. Fica a vosso critério.

Nunca li nada, que eu saiba, deste Escritor e estou curiosa. Jo Nesbø é um Autor já tinha ouvido falar. É Norueguês, estou a ficar internacional. Brincadeiras à parte, espero que seja um boa leitura. Todos sabemos que não basta ser “O Autor Nórdico do momento. Best Seller internacional” para nós acharmos bom. Prova disso é que Cinquenta tons de cinza é um Best Seller e eu já achei muito ler a sinopse. Demasiado, na verdade. Só li blablablá. Para não referir que é uma FanFic do Crepúsculo. Se um é horrível, o outro é péssimo. Porém, é melhor ler estes livros do que não ler de todo.

“Amor e crime na Lapónia, onde o sol nunca se põe.”. Será que tem prendas e a entrada do Pai Natal? Seria demasiado, eu sei. Já é forçar bastante.

 

O Sol da Meia-Noite, de Jo Nesbø - YouTube

 

A sinopse oferece-nos o seguinte:

Jon sai do autocarro a meio da noite, num canto inóspito da Noruega, algures no planalto de Finnmark, tão a norte que o Sol nunca se põe. É ali que espera poder refugiar-se, junto do povo da Lapónia, até traçar uma estratégia para escapar ao Pescador. Até àquele momento, limitara-se a improvisar, pois temia que qualquer plano fosse descortinado pelo seu perseguidor.
Mas não duvida de que, mais cedo ou mais tarde, o encontrarão.

Escondido numa cabana no meio da floresta, tudo o que separa Jon do seu destino é Lea e o filho, Knut. Lea ofereceu-lhe uma arma para se defender, uma cabana onde dormir e, mais importante do que isso, uma razão pela qual lutar contra o seu fatal destino. Mas à medida que o tempo passa, Jon percebe que os homens do Pescador se aproximam e é urgente encontrar uma saída.

Como diz um dos capangas do chefe da máfia: «O Pescador nunca desiste de procurar quem lhe deve dinheiro enquanto não vir o cadáver. Nunca. E o Pescador encontra sempre o que procura. Tu e eu podemos não saber como, mas ele sabe. Sempre. É por isso que lhe chamam Pescador.»

Uma narrativa ímpar, com a mesma genialidade, mas muito diferente daquelas a que Jo Nesbø nos habituou, não só pela história em si como pelo cenário em que se desenrola, o planalto de Finnmark, que como refere o autor: «é um território desconhecido até para os noruegueses.»

 

Wook.pt - O Sol da Meia-Noite

 

Jon foge de alguém a quem deve dinheiro. Esse tal Pescador parece bastante perigoso. Porém, parece haver romance pelo meio através da frase “Lea ofereceu-lhe uma arma para se defender, uma cabana onde dormir e, mais importante do que isso, uma razão pela qual lutar contra o seu fatal destino.”. Parece que Jon se apaixona por Lea. Têm sempre de colocar romance no meio. Eu considero irritante. Fazem isto nos filmes que deveriam ser de terror, por exemplo, e estraga tudo! Deixem os romances para os livros e filmes desse género. Não vale a pena misturar.

Espero gostar da escrita de Jo Nesbø, pois gostaria de ler “Boneco de Neve” do mesmo. Aliás, este era o único livro que tinha conhecimento dele. Tem um mistério tocante.

Beijinhos

 

 

Expectativa

EXPECTATIVA DO FILME || THE PURGE: ANARCHY

Olá Nossos Devanienses!

 

The Purge: Anarchy no iTunes

 

Acho, sinceramente, filmes a mais desta franquia para dar ideias a seres humanos doentes. Ainda tornam isto real só porque o Doutor Mexia ganha não sei quantos milhões por dia porque eles escolheram ser Clientes da EDP Chinesa. E quando escrevo “escolheram” foi por vontade própria. Exactamente como um dos filmes, queriam matar uma Família porque metade da população comprou, de livre vontade, o serviço deles e eles ficaram ricos. Tudo por causa da porcaria do dinheiro. “Você ficou rico por minha causa. blablabla”. Comprou, porque quis. Poderia ter comprado a outra pessoa.

“Será uma guerra.”, afirma o Apresentador de televisão.

Há uma regra específica, diz ele, “Não salvamos vidas. Tiramos vidas.”. Só eu é que acho isto doentio? Espero que não passe dum filme, ou seja, que ninguém se lembre de imitar.

 

The Purge: Anarchy - Theatrical Trailer (Official - HD) - YouTube

 

Tem uma velha louca. Desculpem, tem uma senhora louca.

O lema é sobreviver, porque há pessoas loucas pensam que a vida dos outros é para brincar. Basicamente, a base é a mesma: Deve-se matar para purificar. Mas matar os outros, claro, pois a nós próprios aleija. É como bater. Bater nos outros é correcto, a nós não porque já fomos “corrigidos”. Enfim, há mentes doentes para tudo. Não sei se a estória (Espero que seja uma estória e não uma história – para quem não sabe a diferença, “estória” é quando não é real) é mais doentia do que a “Centopeia humana”. Fica a vosso critério. Quem participa na “purificação” acha normal.

Francisca, não te rias. A Francisca está-se a rir, pois eu achava que  “A Centopeia humana” era um filme dum homem que se transformava em centopeia como os lobisomens.

Beijinhos

Projecto Literário

PROJECTO LITERÁRIO || MARATONA DE SEIS HORAS

Olá Nossos Devanienses!

 

Os marginais. - à venda - Livros, Lisboa - CustoJusto.pt

 

Como vocês sabem, adorei fazer a minha primeira Maratona Literária, inclusive, partilhei com vocês. A primeira foi de doze horas, porém, tinha plena noção que não iria conseguir repetir a proesa, por isso, reduzi para seis.

Mesmo assim, cometi um erro. Escolhi o Sábado do vinte e cinco de Abril para este trabalho. Segundo as informações do Facebook ( todos sabemos que toda a verdade está lá) as cantorias seriam ao meio-dia. Então, escolhi o horário das treze às dezanove para ser incomodada. Que ingénua.

Mudaram para as quinze. Comecei a trabalhar mesmo assim. Pouco antes, alguém se lembrou de colocar música pimba em altos berros, pois deve achar que há uma lei que obriga a termos todos os mesmos gostos. Fechei a janelas, mas ouvia-se na mesma. Tentei abstrair-me. A pessoa deveria achar que estava a fazer um grande feito. Depois, às quinze horas, começou a cantar alto e de forma desafinada a música do vinte e cinco de Abril. Só vejo um de dois motivos ou até a junção dos dois:

-Não tem a noção que canta mal,

-Tem a necessidade de incomodar.

Se queria cumprir o feito por não estar a trabalhar, usava a voz de Zeca Afonso. Tem no Youtube e não seria maçador. Seria só uma questão de respeito. Todos sabemos que os feriados e os Domingos são dias como outros quaisquer. Desabafo à parte.

 

Livros de arquitetura: 16 obras para estudantes e profissionais

 

Fiz uma escolha maravilhosa. Os Marginais de S. E. Hinton. É de mil novecentos e sessenta e sete. Incrível. Fiquei maravilhada. Usei um extra de dezoito minutos para ler o livro todo dum total de cento e noventa e cinco páginas.

Mesmo com a má escolha do dia, o feedback é muito positivo. Se houvesse mais respeito, claro que correria melhor, mas o que se há-de fazer? Há quem ache normal. “Se eu não estou a trabalhar, ninguém está a trabalhar.”. Escrevo com orgulho que trabalhei nos dias vinte e quatro, vinte e cinco, trinta e um de Dezembro e no dia um de Janeiro e não morri. Vai da educação e é um ciclo vicioso.

Espero voltar a repetir este ano.

Beijinhos

 

Resenha

RESENHA DO LIVRO || QUERES CASAR COMIGO TODOS OS DIAS, BÁRBARA?

Olá Nossos Devanienses!

 

Escritor português, Pedro Chagas Freitas se torna fenômeno com ...

 

Li este livro desde o dia um de Abril ao dia oito do mesmo mês. Confesso que achei confuso, pois talvez devesse ter começado pelo Bárbara. Sei lá. Na parte que era o portagonista masculino a escrever, parecia Saramago. E Saramago dá muitas dores de cabeça nas suas leituras, pois não pontua da forma tradicional. Dai eu não gostar dos livros desse Escritor. Cansam a minha miopia. Não é o género que eu aprecio, pois sou muito tradicional nessas coisas, dai detestar o Novo Acordo. A pontuação tem a sua regra, tudo o resto é confuso. Exactamente como os vampiros, já foram inventados na literatura, não é preciso alterar nada. E se aqueles “vampiros” brilham ao sol é porque não tomam banho.

Depois veio a parte da Bárbara e a pontuação voltou ao normal. Abençoada. Eu sou muito chata nessas coisas, a sério. Tudo bem que Saramago ganhou mil e uma coisa com a sua ousadia e etc. Achei que “ousadia” era a melhor palavra para o caso, mas como gosto de referir sempre: Existe uma Gramática que dita as regras. Ela ajuda a respeitar a Língua Portuguesa, no caso. Estas mudanças de sítio por parte da pontuação, confunde a minha querida miopia. A sério.

Não quero que sejas tudo o que eu quero que sejas, até porque nem eu sou tudo aquilo que queria ser.

 

EAU MY GOLD: | QUERES CASAR COMIGO TODOS OS DIAS, BÁRBARA? |

 

Não, não detestei o livro por ter achado confuso. Detestei por ser lamechas. Estou a brincar. Não o detestei. Também não o adorei, verdade seja dita. É lamechas, sim. A parte que demorou mais a ler foi Queres casar comigo todos os dias? . A Bárbara li num dia. Num parte insinua uma coisa e na outra parte outra. Parece que ele está um pouco alucinado ou mesmo a sonhar (ou eu não entendi, pode acontecer).

Irritou-me que por vezes tenha escrito Bárbara com minúscula. Corrigi. A letra minúscula é usada para objecto. O Escritor pode ter encontrado toda a lógica para o fazer assim, mas o livro é meu e eu corrijo-o para não me atrapalhar. Juro que detesto nome com letra minúscula. Parece uma maneira subtil de afirmar que a pessoa é um objecto para ele. Não acho piada, nem necessário.

Achei muitas frases interessantes e passo a citar duas:

Tinha medo de te amar e quando é assim é porque já se ama.

É com abraços que se calculam as pessoas. 

 

EAU MY GOLD: | QUERES CASAR COMIGO TODOS OS DIAS, BÁRBARA? |

 

Sou sincera quando afirmo que não detestei. Mesmo achando confuso, como já referi, captei como estória ( Não acho que seja real só porque o protagonista se chama Pedro) fofa e lamechas. Não muito lamechas, pois isso faria com que detestasse, pois eu própria já sou muito lamechas. Lamechas quanto baste.

Tem umas boas tiradas. Umas frases acertadas, mas se eu conseguisse respeitar enquanto leio seria melhor. A pontuação usada de forma tradicional ajuda a respirar e também a compreender, no caso.

O Leitor gosta de compreender o livro, assim só por acaso. Dá jeito. É livro interessante. A brincadeira à moda de Saramago tem o seu toque, sem dúvida. Porém, poderia haver duas versões. A versão mais correcta e a de Saramago. É uma sugestão. Eu seria uma das pessoas que agradeceria. Dou valor ao trabalho que teve o Saramago na sua escrita, mas não é por isso que sou obrigada a apreciar. São coisas muito distintas.

Beijinhos

 

Resenha

RESENHA DO FILME || EL AVISO

Olá Nossos Devanienses!

 

O Aviso Netflix: Crítica do filme com Trailer Dublado

 

Considerei o filme um pouco confuso. Existiam partes que pareciam sobre o passado, mas ao mesmo tempo nada indicava como tal.

Muito cliché. Ninguém acreditava nele, pois tinha uma doença psicológica e não tomava a medicação. É mais do mesmo. Uma cópia barato do filme Vinte e três, a meu ver, como suspeitei pelo trailler.

Além disso, junta uma Mãe bastante protectora, pois o seu Filho sofre de bullying. É muita coisa junta. A Directora, ou algum membro superior da Escola, devaloriza as preocupações da Mãe solo. Quem vez muito filmes sabe, que as pessoas mais desvalorizadas, normalmente, são as que têm razão e não passa disso.

Não gostamos muito, basicamente.

Beijinhos