Resenha

RESENHA DO LIVRO || INOCÊNCIA PERVERSA

Olá Nossos Devanienses!

 

Resultado de imagem para Inocência Perversa livro Patrícia Highsmith

 

Este livro demorou seis dias a ler trezentas e tal paginas. No início, por mais que eu lesse, parecia que as páginas não avançavam. Porém, quando estava a mais de metade do livro, as páginas voaram. A estória é desconcertante. A Autora deu-nos desde o início tudo. Tínhamos um nome para aquele assassino. Não era isso que queríamos? Patrícia Highsmith brincou connosco no livro “Inocência Perversa”. Mostra uma narrativa que faz com que a sinopse não se encaixe até à última página. É ai que o leitor respira.

Tem um Detective que coloca toda a gente doida. Parece que aprendeu com a PIDE. No final de contas, quem é o louco? Sim, esta istória tem um louco. Será que o assassino é o louco ou alguém desesperado pela sua vida? A história dos dois crimes tem um pouco em comum: a vítima foi morta na paragem de camionetas. Será que eles tinham mais a perder do que a ganhar com a morte das Esposas? Bem, um deles tinha outra pessoa em mente para passar o tempo…

O Detective, ao que parecia, fazia de tudo para subir na sua carreira. TUDO! Esse tudo incluía os seus contactos com a imprensa. O que importa aos jornais, a verdade ou os lucros? O Detective jogava com isso para mexer com a mente das vítimas e quando elas esperavam ter tudo escrito nos jornais, o Detective dava-lhe a volta. Ele gostava de ver a dor nas sua vítimas. Por mais que fizesse, o Detective, nunca estava satisfeito. Ele tentava de tudo para por as vítimas umas contra as outras.

 

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O Detective mexia com a ansiedade das suas vítimas. Quem ganhou no final? Complicado de dizer. Talvez cada um ganhou e perdeu à sua maneira. A cada curto capítulo lido só se pensa no que o Detective fará a seguir. Queremos lá saber do assassino. Já sabemos quem é. Dá vontade de dizer ao Detective “Não me irrite mais!”. O Detective era tão fraco nas suas atitudes. Ele não olhava a meios para atingir os fins. O leitor já sabe quem é o culpado e o inocente, mas para o Detective isso são pormenores.

Ele sentia-se a cima da lei, porque todos os Superiores, dito da boca dele (Será verdade?), estavam satisfeitos com os resultados dele. Se soubessem os meios…

Ambos os casos são tecidos numa teia sem fim que, talvez, só a morte os deixe escapar…

Tem palavrões desnecessários. São sempre…

Beijinhos

 

 

2 thoughts on “RESENHA DO LIVRO || INOCÊNCIA PERVERSA

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