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A ÚNICA CONDIÇÃO É… || TEXTO PESSOAL

Olá Nossos Devanienses!

Vamos mostrar-vos um trecho, mas desta vez do “Dois Cinco”.

Respira. Luz. Olhar azul. Um rosto bonito. Câmara. Acção. Isso era luz que ia embora. Abandonando a cidade. Esperando o caos. Quem me vai ajudar agora? Nada é para sempre. Isso deixa-me completamente irritada. Tentas falar. Trocamos olhares. Pegas-me na mão e dizes que me vais ajudar. Isso é mau, mas… Está tudo bem. Eu consigo ver o final. Vai ser a seguir. A minha única condição é… Diz que te vais lembrar de mim sentada com aquele vestido. O pôr do Sol é nosso, baby. Rosas vermelhas e coisas baratas era tudo que tinhas para me dar. Diz que me vais ver de novo. Diz. Diz. Diz. Ainda que seja só em sonhos. Conta-me o que sonhaste esta noite. Claro que não foi comigo. Porquê que os sonhos doem tanto? Disseste que não restavam dúvidas. As tuas mãos estão no meu cabelo. As tuas roupas estão no outro quarto. E agora o que vais fazer? A tua voz é tão familiar. Nada é para sempre. Tu só não queres estragar o cabelo. Dizes a tua amiguinha que eu fui ao quarto buscar uma coisa para te mostrar. Eu insisti. Eu estou ao teu lado a rir-me dela.

Isso é que era bom. Afasto-te de mim. Viro-te as costas. Chamas-me maluca. És mau. Vai lá ter com a tua amiguinha, ela não se importa nada de te consolar. Tão tristinho que está o menino! É só para isso que ela serve, não é?

Consegues ser mesmo imbecil no teu harém, é só isso que queres.

Escusas de gritar. Eu não vou partir tudo. Está tudo bem assim.

Beijinhos

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