Resenha

RESENHA DO LIVRO || A PUBLICIDADE SEGUNDO O MEU TIO OLAVO

Olá Nossos Devanienses ( E Querida Publicidade )!

 

 

Já é o segundo livro que leio deste escritor. Jonas vai morrer. Achei muito interessante e por isso pedi este que a Chiado me cedeu gentilmente.  Temos muito para aprender com Edson Athayde? Temos muito para aprender com Edson Athayde. Não só sobre pubicidade, mas também sobre a vida.

Foi este escritor e publicitário que fez o anúncio do “Tô xim. É para mim”. Na altura, tinha o nome de Telecel. Actualmente é a Vodafone. Foi em mil novecentos e noventa e cinco. Como o tempo passa! A sério que já passaram vinte e três anos!

Foi inspirado neste livro que escreve este post.

 

 

Tem frases bastante interessantes. Quem quer, aprende todos os dias. Estas frases, para quem lê as entrelinhas, boas lições.

Há mesmo publicidade que não serve para nada. Só existe. Como muita coisa. Só existe.

A leitura é muito viciante e divertida. Exactamente como o livro anterior.

 

 

Adoro o tipo de papel e de folhagem. Adoro as divisões de capítulos. Exactamente como o livro anterior “Jonas vai morrer”! Adorei no outro livro e adoro neste.

Fala de maneira simples de Publicidade. Fala de maneira a que todos os leitores entendam. Não tem liguagem muito técnica. A intervenção do Tio Olavo faz toda a diferença.

Uma boa publicidade é importante. Seja o produto bom ou não. Porém, se for bom ajuda bastante. Porque há bons produtos que não são consumidos, porque não têm uma boa publicidade por trás. Também há produtos que são maus e são consumidos, porque têm uma boa publicidade. Acredito que se o nosso blog tivesse uma boa publicidade por trás (feita por Edson Athayde, quem sabe) chegariamos, no mínimo, ao triplo das pessoas…

Recomendo vivamente!

Beijinhos

 

Resenha

Resenha Do Livro || Jonas Vai Morrer

Olá Nossos Devanienses (E Jonas)!

Devo agradecer pela milésima vez à Chiado pela oportunidade de ler este livro. É delicioso. O mal da maioria dos livros da Chiado é que um é mais maravilhoso do que o outro.

Neste caso específico, dá vontade de sublinhar o livro por inteiro. Se o leitor estiver atento, tem frases magníficas.

 

Confesso que este foi o livro da Chiado que mais escrivinhei. Rodeei e sublinhei de cores diferentes. Fiz uns apontamentos de vocabulários que não conhecia. Além de ser uma aventura recheada, é uma aprendizagem linguistíca. Visto que o autor tem um vocabulário muito rico e brinca com ele. Tipíco dum bom brasileiro.

O próprio escritor brinca connosco. Diz que Jonas vai morrer, sem se quer nos apresentar antes. Dá isso como um dado adquirido e depois lança-nos o seguinte “osso” para nos entreter:

 

E o leitor descarta automaticamente estas mortes. Este escritor sabe usar o dom da palavra e levar-nos pelo caminho que ele quer. Diz-nos logo no título que o sujeito vai morrer. Depois diz-nos do que ele não vai morrer. E assim vai. Agora eu questiono: Era suposto Jonas não morrer? Caso seja suposto, quer dizer que ele não é de todo humano. Visto que os humanos morrem. É um dado adquirido.

Infelizmente, ninguém fica aqui para semente. Athayde já daqui brinca com o leitor. Nós temos de morrer a uma dada altura. É quase banal e todos morremos.  Porém, Athayde coloca as coisas como se fosse algo surpreendente. Depois diz que Jonas não vai morrer disto, disto e daquilo. Podem descartar. O leitor obdiente descarta logo. Questiona-se a cada passo e a cada página quem é Jonas e de quê que ele vai morrer.

Eu digo-vos: vai morrer de estar vivo. Como todos nós.

 

 

Faz um jogo de palavras muito bonito. Isto é um livro! Se não for para brincar com a nossa mente, mostrar-nos um Mundo à parte, para nos dar curiosidade, para quê que serve um livro? Para nada! O propósito do livro é fascinar-nos. Até com coisas banais.

Infelizmente, a morte é banal, pois não passamos de mortais. Logo se alguém nos chama à atençao com isso, é génio literário. É alguém que tem um dom e uma arte que devem ser partilhados. Dar intusiasmo com algo banalíssimo é uma arte.

Amei os pormenores das páginas a preto. O próprio material, nota-se que duma qualidade excepcional. Acho que é o primeiro que tem qualidade de topo. O toque, o relevo, a grossura são excelentes. É um trabalho demasiado perfeito. Digno das letras imprimidas nele.

 

 

Não é à toa que ganhou o prémio de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura. Isso sim, não é banal. Desde que se paga no livro, o leitor dá autorização de que o escritor entre na sua mente e Athayde faz isso muito bem.

Curioso? Podes adquirir a obra  por apenas doze euros e comprovares por ti tudo isto.

É livro que deve ser lido. É livro que deve ser aconselhado aos amigos, familiares, conhecidos, desconhecidos e até aos inimigos. É livro que deve ser lido com atenção porque tem bastantes pormenores. Como eu disse a uma colega minha, tem frases tão magníficas que dariam para encher um pote. Sabem aqueles potes onde se colocam os pedaços de folhas com frases? Esses mesmos.

Beijinhos

Expectativa

Expectativa Do Livro || Jonas Vai Morrer

Olá Nossos Devanienses (E Jonas)!

Devo começar por agrader à Chiado por me ter enviado este livro. Já tinha pedido este livro à algum tempo, devo confessar. O título e a capa, na altura que o pedi, chamou-me à atenção. Porém, quando o recebi, outros livros ganharam mais importância.

Porém, Jonas não ficou esquecido. Ele ainda tinha a sua importância e ainda chamava à atenção. A capa é meio louca. O título não fica atrás.

Não conhecia o autor. Uma das coisas boas das Chiado é mesmo isso, o conhecimento de novos escritores. Até porque a Chiado dá a oprtunidade a novos escritores. Isso é fabuloso.

Pelo nome só poderia ser brasileiro. Sendo brasileiro só posso esperar uma estória fabulosa cheia de imaginação. É exactamente essa ideia que eu tenho dos brasileiros: Estão na fossa, mas fazem paródia da situação. Ou seja, eles nunca estão com o copo meio vazio, nunca!

Segundo a Chiado “Edson Athayde é um dos publicitários mais premiados da história de Portugal. Já ganhou centenas de nomeações e prémios nos festivais mais importantes do planeta, como Cannes, New York, Eurobest, Épica, Clio e muitos mais. Nascido no Brasil, Edson escolheu Portugal como país, tendo se naturalizado em 2004. Além da publicidade, desenvolve atividades como cronista, guionista para TV e cinema, autor de teatro, produtor musical, profissional de marketing comercial e político, apresentador de programas de televisão, professor, especialista em storytelling, entre outras coisas. Tem dois romances publicados, o segundo escrito no âmbito de uma residência literária em Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura (“Jonas Vai Morrer”, publicado também pela Chiado Editora)”.

Só posso concluir que Athayde é uma pessoa muito rica e que tem muito para nos oferecer com o livro “Jonas vai morrer”. Mas será que Jonas vai mesmo morrer? Jonas vai morrer espiritualmente ou fisicamente? São coisas bem distintas.

Será só marketing e no final, Jonas continua vivo física e espiritualmente? Será que Jonas do passado morre e dá origem a um novo Jonas?

Athayde dá-me uma certa curiosidade após pesquisar sobre ele.

Denomina-se como quase policiais. Como sabem, eu adoro policiais desde que li Ellery Queen. Diz-se um crime sem sangue, logo foi totalmente pensado.

Parece ser recheado de mistério e trapalhadas. Sim, trapalhadas. Visto que fala de Pedro, um homem sem passado. Será que o seu passado morreu? Será que o seu passado não importa? Será que Pedro é Jonas?

Quem será Jonas?

Beijinhos