Resenha

RESENHA DO LIVRO || TUDO QUE ELE SEMPRE QUIS

Olá Nossos Devanienses!

 

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Três dias. Li este livro em três dias. “Tudo o que ele sempre quis”. O que poderei dizer deste livro? O incêndio com incêndio se pago. O Pum-pum do coração é constante. “Um romance intenso sobre o poder e os efeitos do desejo, da mentira e a da traição.”. O livro é complicado. Sabem aqueles livros que vocês não querem ler, mas querem? Sabem aqueles livros que vocês querem fechar, fecham-no e querem abri-lo de novo? Pronto, é este.

Ele é um pouco maníaco e machista. Tudo bem que o livro decorre entre mil e novecentos e mil novecentos e trinta e três. Hoje também existem pessoas assim, mas nessa altura era mais “desculpável”. Falaram, por alto, da Primeira Guerra Mundial que decorreu entre mil novecentos e catorze e mil novecentos e dezoito. Falaram mesmo ao de leve, pois não atingiu o protagonista directamente.

Ele admite a sua obsessão pela sua Esposa vinte e cinco anos mais nova. Uma coisa que eu gostei é que mostrou uma coisa que muita gente quer negar (e/ou esquecer): Há vários tipos de traição.

 

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Produção mais encantadora, tragam, por gentileza, os CheeseBurguers da Francisca e uma Pepsi para mim.

E este é o segundo livro dos sete escolhidos pelo Projecto Choose For me. Encantador, sem dúvida. Não me identifiquei, pois não gosto muito de coisas muito distantes, mas também não vou dizer que desgostei. Meio termo como expliquei em cima.

Por outras palavras, é um livro de duzentas e setenta e uma páginas que se lê bem e dá a entender que aquele homem precisa de muita ajuda. Ajuda que nunca vai ter e só seria entendido agora. Por quem quisesse entendê-lo, claro.

A Esposa fez muito bem em fazer o que fez em todas as partes do livro, mas nunca o entendeu.

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || EM PARTE INCERTA

Olá Nossos Devanienses!

 

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Primeiramente, porquê que eu demorei mais de quatro anos a ler este livro? Inacreditável! Demorei quatro dias a devorar quinhentas e onze páginas.  Acabei há minutos de ler e estou num misto de desilusão e “Uau!”. Desilusão porque ela cumpriu o cliché comercial. Ela planeou aquilo tudo durante um ano para não cumprir o objectivo inicial? Porém depois amei a deixa dele “Porque tenho pena de ti!”. Matou-a com esta frase! Grande Nick! Eu tentei entrar na mente dela, juro. Esperava que ela dissesse a qualquer momento: “Se tu pensares em fazer algo para me prejudicar, eu vou matar a tua Irmã, o teu Pai e, se ousares se quer voltar para ela, eu também a mato e vou fazer com que a culpa seja direccionada a ti! Tu dás-te tão bem com o teu Pai, não é mesmo?! Eles sabem que não! E tu ai vais sofrer todas as consequências. Morto não me serves de nada e eles vão sofrer por tua causa, logo a culpa vai ser tua!”.

Produção mais linda, os Cheeseburgers para a nossa querida Francisca e uma Pepsi para mim, por gentileza.

E ele sempre a dizer que nunca lhe fez mal. Não?! Trair é fazer bem?! Por outras palavras, não, não apoio em nada o que ela fez, mas ele nunca poderá dizer com verdade que nunca lhe fez mal. A porcaria da traição é tão banalizada!

 

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Estupidamente brilhante! Aplausos de pé para cada reviravolta! Quase se torna numa das minhas Escritoras favoritas. Está estrondoso! Eu chorei e ri-me. Não ao mesmo tempo, devo referir que foram em partes diferentes. Ainda estou em choque com todo o livro. Não só com o final. Ela conseguiu dar a volta à minha desilusão.

Brilhante!

Beijinhos

 

 

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RESENHA DO LIVRO || UM FIO DE FUMO NOS CONFINS DO MAR

Olá Nossos Devanienses!

 

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Li em meia dúzia de horas. Simples, leve e divertido.

Produção mais fantástica do Mundo, por gentileza, os CheeseBurgers da Francisca e uma Pepsi com limão e sem gelo para mim.

O que falar do livro “Um fio de fumo nos confins do mar”? Não sei muito bem responder a isso, Francisca. É bem actual. A nossa Guilhermina e a sua Família são uma fonte de risada. A Rute Isabel ajuda a festa. Basicamente é esta a estória.

 

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Guilhermina tem uns sonhos um pouco “estranhos”. A Família também não vai por melhores caminhos. Cacilda não quer que a Filha vá além do nono ano, porque ela licenciou-se e faz Arraiolos. Arranja um sem número de caso da vida alheia para justificar a sua decisão, mas Guilhermina só quer realizar o seu sonho com o soldadinho.

No final, a Guilhermina é tão distraída que não repara (pelo menos, é o que mostra aos leitores) que encontrou no programa as respostas que a Família queria que ela descobrisse no dito programa.

Lê-se muito bem. Se precisas de “encher chouriços” na tua lista de livros mensais, este é óptimo.

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || UMA QUESTÃO DE ATRACÇÃO

Olá Nossos Devanienses!

 

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Li-o em três singelos dias estas trezentas e noventa e cinco páginas. Este Brian é qualquer coisa de brilhante! Gostei do que li. Simples, directo, fácil de ler. Qualquer coisa de muito clean, digamos.

O livro “Uma questão de atracção” atrai-me bem. Um adolescente de dezanove anos que ainda tem acne. Pronto. Nunca soube o que era ter acne, logo não sei o que ele sente. Quem sabe venha a ter acne tardia e vou entendê-lo perfeitamente (Esperemos que não.). Ele é mesmo um pinga-amor como um dos Companheiros de Quarto lhe chama.

Produção mais linda, a nossa Francisca tem fome de CheeseBurgers e um gostaria, por gentileza, duma Pepsi. Sim, Francisca, com limão e sem gelo.

 

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Brian fazia o que podia para se adaptar a tudo que a sua vida lhe dava… até com álcool. Cada um lida à sua maneira. Algumas situações em que, como Leitora, pensei “Não faças isso, criança.”. Porém, ele tem de fazer isso, caso contrário não haveria um livro, não é mesmo? Mas dá mesmo vontade de entrar no livro e dizer-lhe “Cara criança, gasta esse dinheiro em livros, é mais útil.”. Principalmente, no que toca a gastar em álcool.

Primeiramente, Brian é mostrado com um miúdo perfeitamente normal, mas que tenta e tenta e tenta e erra e erra e erra. É bom e normal. É bom tentar. É muito bom. Temos cinquenta por cento de hipóteses. Ao passo que se não tentarmos, reduzimos para zero. O que é melhor? Pensem com carinho…

O livro “Uma questão de atracção”, posso dizer, é um momento de descontracção muito leve. Francisca, não, não houve adultero. Sim, isso é muito bom.

Passa-se bem o tempo a lê-lo e queremos sempre ler mais. É um livro muito sedutor, digamos. David Nicholls escreve muito bem. Sabe bem o que faz e como faz. Por outras palavras, é um livro que nos tira da realidade e queremos que, no meio de tudo, Brian vença. Torcemos por ele. Em conclusão, Brian é um sortudo e nós gostamos dessa sorte. Apesar de eu considerar que a sorte não existe. Existe trabalho e pronto.

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || UM RAPAZ DE BROOKLIN

Olá Nossos Devanienses!

 

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O que dizer sobre o livro “Um rapaz de Brooklin”? Primeiramente, Produção mais maravilhosa do Mundo, por gentileza, os CheeseBurgers da Francisca e três Coca-colas bem geladas e para mim um Ice Tea de Manga.

O livro ao início é confuso e depois nós entramos no trama. Eu cheguei ao ponto de fazer apontamentos no livro do que estava a entender. Nunca tinha feito tal coisa. Li-o em três dias. Eram apenas trezentas e duas páginas. Coisa pouca. Como costumo dizer “Não há livros grandes, são livros.” . Tal como não existe muito trabalho, existe trabalho.

Lê-se muito bem. Claro para ler em três dias numa boa. Entranha-se e depois entranha-se.

 

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É melhor do Ellery Queen? São estilos diferentes. No Ellery Queen tem mais revira voltas. Neste o Escritor dá-nos as coisas antes de dar aos personagens.

Através de Lionel tive o primeiro contacto com a doença de Tourete. Parecia só uma pessoa estranha, mas no fundo é só uma pessoa inteligente e doente. Achei que deu um toque ao livro.

 

 

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Foi um policial bem interessante. Tem muito para ensinar e prender.

A desconfiança marca cada página e o medo também. Aconselho vivamente.

Sim, Francisca, fala de adultério. Melhor do que isso é escrito no lindo Antigo Acordo que nunca deveria de ser antigo, mas sim actual.

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || A ÚLTIMA CARTA DE AMOR

Olá Nossos Devanienses!

 

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Dois dias. Eu li este livro em dois dias. Comecei no dia vinte de Junho e terminei no dia vinte e dois de Julho. É bom aproveitar assim os feriados e pontes. Produção, nossa querida Produção, precisaríamos dos Cheeseburgers da Francisca e um Pepsi sem gelo e com limão para mim, por gentileza. Eu adorei tanto o livro ” A última carta de amor”. Eu estava sempre ansiosa por saber tudo. Se estava a ler a história de mil novecentos e sessenta queria saber o que se passava com a Jornalista de dois mil e três e vice-versa. Estava empolgada! Não olhei como um romance histórico, porque não gosto. Será que é?

É um livro tão delicioso! Estava trocar impressões com uma das organizadoras de Choose For Me que já tinha lido e me indicou que eu iria gostar do final. Aquela sensação quero acabar, mas não quero.Era o que sentia. A sorte da Jéssica é que eu não faço batota, ou seja, não leio o final quando estou a meio da estória.

Eu estava completamente deliciada, acordava antes do despertador e lia. Nunca me tinha acontecido. Nunca mesmo. Eu queria saber o que se passava com eles. Que stress que me dava. Tinha qualquer coisa de envolvente.Eu chorei. Em minha defesa, eu estava de TPM. Sim, Francisca, como das outras vezes. Não estás sabendo não que isso sempre acontece?

 

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Se não fosse este desafio, acho que teria passado este livro à frente. Só tenho de agradecer à Patrícia e a toda a organização do projecto. E estou muito feliz de vos dizer que do dia vinte e quatro de Maio ao dia vinte e quatro de Julho li sete livros! No próximo ciclo tentarei ler, no mínimo, mais sete. À data já completei um.

Sim, Francisca, falarei mais do livro. Como comentei com a Jéssica, é demasiado real. Um homem pode gostar de uma e estar com outra. Sim, é o que acontece. Desculpem os mais românticos que dizem que é impossível isso acontecer.É o mais real que existe e a Escritora aproveitou bem isso. A normalidade das traições e do perdão das mesmas. Tão banal.

Sim, Francisca, é uma estória bem amorosa. Perder a memória não deve ser nada fácil. Há quem diga que agradeceria devido ao que passou e não consegue esquecer, mas… Como é não saber quem somos? Como é fingir que está tudo bem só para não preocupar? Esta última uma pessoa especial para mim soube muito bem como era…

Beijinhos

 

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RESENHA DO LIVRO || DIAS DE PAIXÃO

Olá Nossos Devanienses!

 

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Um conselho de coração: Não ofereçam viagem à Jamaica aos Amigos da Faculdade que já não vêm há mais de quinze anos. Pronto, é este o resumo da estória. Um beijo é até amanhã! O que foi, Francisca? Melhor resumido e sem spoilers não fica. Pronto, Francisca, eu tento fazer um texto mais bonitinho. Mas antes, querida e cara Produção, traga os CheeseBurgers da Francisca e uma limonada sem açúcar, nem gelo para mim. Muito grata.

Ora vamos lá ver. “Dias de Paixão”. Realmente foram uns dias e tanto. Quem diria que uns dias na Jamaica desencadeava tanto? Afinal, são trezentas e cinquenta e duas páginas e li em quatro dias! Gosto muito desta nova rotina de apontar na agenda. É muito útil.

O quê que eu posso dizer deste livro? É uma estória bem intrigante e actual. Só um casal passou ileso à tempestade. Os outros quase foram de vela e uma quase morreu. Quase morreu, porque quase foi de vela. Quem leu, entende o trocadilho.

 

Sarah Pekkanen

 

Até onde vai a paixão? Há uma ideia muito errada de paixão e amor. Paixão e amor não são palavras que signifiquem perdoar tudo, mas isso é tão rotineiro. Tem duas Enfermeiras no trama. Uma directamente e outra indirectamente. O final magoou um pouco, pois foi um pouco, como disse, rotineiro, banal. Infelizmente, na vida real, o desfecho é quase sempre esse. Esperava mais da Savannah, aliás esperava mais de todos. Talvez seja sexista, mas esperava mais daquelas três mulheres do que do Marido da que quase morreu. Estou a ser o mais verdadeira possível.

Recomendamos muito este livro.

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || ADULTÉRIO PARA PRINCIPIANTES

Olá Nossos Devanienses!

 

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Francisca, Francisca. Pede por gentileza, Cheeseburgers para ti e um sumo de maçã para mim à Produção. Precisamos relaxar por causa deste livro, pois irrita bastante e espelha muito a Sociedade. Primeiramente, a imagem que dá é “Trai claro, ser traído nunca.”. Real. Quando a mulher não faz o que eles querem como eles querem, é insultada. Simples na cabeça deles. Todos à sua volta querem estragar tudo. Um dele chama-lhe de cabra e depois tenta tocar-lhe com um “Todos sabemos que tu não és propriedade de ninguém.”. Pois, seu machista, ela não é um objecto.

Tinha uma mulher invejosa e cuscuvilheira que se fazia de muito Amiga, mas no final, só queria tirar o que era “dela”. Chata!

Porém, eu estava sempre ansiosa que o Patrick aparecesse. Aquele que ditou as regras do jogo. O Marido dita as regras do jogo. O Patrick dita as regras do jogo, MAS as regras são só para ela. Eles não têm de cumprir. MACHISTAS!

 

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Sarah Duncan sabe fazer as coisas para nos prender ao livro do princípio ao fim. Temos que respirar fundo para cortar os pescoços do Marido dela, do George, do Patrick, da Justine, enfim, quase todos. A querida Isabel estava muito eludida e pareceria que todos os novos “Amigos” queriam acabar com os seus bons momentos. Posso cortar os pescoços deles? Esta questão é para quem leu. O livro para um pouco estranho pelo título, mas é um romance calmo e leve, mas dá raiva com tanto machismo. É uma estória cheia de realidade. Basicamente, a mulher é automaticamente culpada e os homens nunca têm culpa de nada. Fim.

“Não sei porquê que ela quer casar comigo.”, nem eu Patrick, nem eu! Ela não se poderia apaixonar, mas ELE poderia tornar-se obcecado porque perdeu o brinquedo. Dá um tempo!

Resumidamente, leiam, vão para um mundo à parte, mas não tão à parte, pois a Sociedade é assim.

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || INOCÊNCIA PERVERSA

Olá Nossos Devanienses!

 

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Este livro demorou seis dias a ler trezentas e tal paginas. No início, por mais que eu lesse, parecia que as páginas não avançavam. Porém, quando estava a mais de metade do livro, as páginas voaram. A estória é desconcertante. A Autora deu-nos desde o início tudo. Tínhamos um nome para aquele assassino. Não era isso que queríamos? Patrícia Highsmith brincou connosco no livro “Inocência Perversa”. Mostra uma narrativa que faz com que a sinopse não se encaixe até à última página. É ai que o leitor respira.

Tem um Detective que coloca toda a gente doida. Parece que aprendeu com a PIDE. No final de contas, quem é o louco? Sim, esta istória tem um louco. Será que o assassino é o louco ou alguém desesperado pela sua vida? A história dos dois crimes tem um pouco em comum: a vítima foi morta na paragem de camionetas. Será que eles tinham mais a perder do que a ganhar com a morte das Esposas? Bem, um deles tinha outra pessoa em mente para passar o tempo…

O Detective, ao que parecia, fazia de tudo para subir na sua carreira. TUDO! Esse tudo incluía os seus contactos com a imprensa. O que importa aos jornais, a verdade ou os lucros? O Detective jogava com isso para mexer com a mente das vítimas e quando elas esperavam ter tudo escrito nos jornais, o Detective dava-lhe a volta. Ele gostava de ver a dor nas sua vítimas. Por mais que fizesse, o Detective, nunca estava satisfeito. Ele tentava de tudo para por as vítimas umas contra as outras.

 

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O Detective mexia com a ansiedade das suas vítimas. Quem ganhou no final? Complicado de dizer. Talvez cada um ganhou e perdeu à sua maneira. A cada curto capítulo lido só se pensa no que o Detective fará a seguir. Queremos lá saber do assassino. Já sabemos quem é. Dá vontade de dizer ao Detective “Não me irrite mais!”. O Detective era tão fraco nas suas atitudes. Ele não olhava a meios para atingir os fins. O leitor já sabe quem é o culpado e o inocente, mas para o Detective isso são pormenores.

Ele sentia-se a cima da lei, porque todos os Superiores, dito da boca dele (Será verdade?), estavam satisfeitos com os resultados dele. Se soubessem os meios…

Ambos os casos são tecidos numa teia sem fim que, talvez, só a morte os deixe escapar…

Tem palavrões desnecessários. São sempre…

Beijinhos

 

 

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RESENHA DO LIVRO || O CLUBE DO ADULTÉRIO

Olá Nossos Devanienses!

 

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Produção, tragam uns belos CheeseBurgers para a nossa querida Francisca, por gentileza, e um sumo de laranja natural sem gelo para mim. Como sabem, ando a apontar quando começo e acabo a ler e eu li este livro trezentas e cinquenta e uma páginas em três dias! Fiquei completamente viciada, confusa, incrédula, chocada. Tudo ao mesmo tempo! A começar que o Nick não passa dum homofóbico que eu jurava que tinham mais dez anos do que aquilo que afirma. Detesto homofobia. Deixa o melhor Amigo da Esposa em paz!

Escusado será dizer que comentei tudo com a querida Caroline. Ela perguntou, após lhe mandar uma fotografia da parte homofóbica, se eu estava a gostar da leitura. A minha resposta foi rápida “Não sei. Ele é um velho machista e homofóbico. Só porque o Melhor Amigo da Esposa gosta de homens. Qual é o problema? ” e o resto não acrescento. É spoiler. Basicamente, só pensa nele próprio.

Juro que pense que estava no livro errado. Confessei, logo de início que estava meio confusa com o livro. O Nick tem uma mentalidade do século XVI. Comentei isto com a Caroline, por outras palavras. Ela questionou se era um livro de época. Eu respondi em três parágrafos. Não vou transcrever todos para não dar spoiler. Aqui não há spoiler. “Estou triste por ela. Ele é um sacana mentiroso (…) Nojento! (…) Este livro é tão estranho e viciante. Estou cada vez com mais triste por ela. (…) O livro é de loucos! Tens de ler! Estou chocada!”.

 

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A Caroline é tão fofa que escreve “Você gosta de novelas? Esse livro é tipo uma.”. Claro que não. Eu nem vejo televisão. Disse que não era, que é estranho, só.

Acabei e não sei o que pensar sobre ele. Um pouco previsível.

Na minha visão, um canalha do princípio ao fim e elas são todas umas inocentes na sua teia tão bem estudada de forma inocente e banalizada. Amo as crianças, muito queridas. Ele é um canalha. O papel de Nick é ser um canalha. Com pensamentos de canalha. Atitudes de canalha. Feitio de canalha. Alma de canalha. Nick tem o kit todo de canalha. Todo “Eu sei que tenho culpa e cometi um erro imperdoável, mas melhorassim, que se lixe, volta para mim.”. Basicamente, é o que transmite às duas. O melhor dos dois mundo.

Sem paciência, mas ao mesmo tempo, queria saber se as minhas suspeitas estavam correctas. Mesmo errada, a mulher está sempre certa.

Beijinhos