Resenha

RESENHA DO LIVRO || O DIABO VESTE PRADA

Olá Nossos Devanienses!

 

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Meus queridos, estou tão feliz! O meu circulo de leitura em que inclui este livro foi do dia vinte e cinco de Junho ao dia vinte e cinco de Julho. A minha meta tinha sido sete livros, pois foi o número que li no circulo anterior – do dia vinte e quatro de Maio ao dia vinte e quatro de Julho. MAS no dia dezoito de Julho, este foi o meu sétimo livro, ou seja, faltam treze dias para o último dia da meta.

Porém, dos livros propostos para ler em Julho, devido ao Projecto Choose For Me, este é o quarto livro de sete escolhidos, ou seja, faltam três: O Romance em Amesterdão (que vou começar a ler amanhã), o Fiel Jardineiro (Com as suas imponentes quatrocentas e trinta e sete páginas) e Linguagem Corporal ( com quatrocentas e treze páginas). Também gostaria de ler um extra antes do final do mês. São apenas cento e cinquenta e duas páginas. O tipo de livro para encher chouriços em metas.

Quando falo de encher chouriços é por ter menos de duzentas páginas e isso faz com que se leia bem rápido, na maioria das vezes. Se não os completar vou ter de ler em Agosto e a menina que me calhar no Projecto, terá de escolher menos livros. Veremos. Caso tenham curiosidade deste ou outros livros e queiram comprar na Wook, usem este link.

 

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O livro é completamente delicioso! A escrita é bem divertida e entusiasmante. Quis sempre saber qual era o próximo passo do Escritor que precisou dum Baby-sitter. Seria um belo título “O Escritor que precisou Baby-sitter”. Tanta gente sem-noção naquele mundo e ao mesmo tempo tão querida.

Embora não me lembre bem do filme, acho que teve alguns pontos diferentes.

Produção, tragam, por gentileza, os CheeseBurgers da Francisca e uma limonada para mim.

 

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Aquela mulher é bem mais surpreendente do que me lembrava. Um autêntico postal! É uma leitura bem leve e relativamente simples. Li em quatro dias as trezentas e sessenta e seis páginas. Ansiosa por terminar mais cedo!

Gostei imenso e foi com misto de tristeza e alegria que soube que existe a continuação: A Vingança veste Prada!

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || DEIXA-ME MENTIR

Olá Nossos Devanienses!

 

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Só tenho de agradecer à Cultura por este livro tão sensacional. O livro tem tantas reviravoltas e mexeu muito comigo nesta altura da minha vida.

Escrevi no livro, ao longo da minha leitura, as minhas teorias e acreditam que eu não acertei nenhum?! Fui impressionada por todo o trama.

O álcool é capaz de tanta coisa e o medo de ser apanhado pela Polícia é capaz de outras coisas mais. A sede pelo dinheiro também.

 

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Fiquei boquiaberta com toda a estória. Até desconfiei de pessoas que eram tão inocentes como Anna. A Escritora é fabulosa. Adorei! Ficou na lista dos meus Escritores da Friend Zone.

É dos livros que mais aconselho deste ano. “Deixa-me Mentir” é um livro excepcional. “Deixa-me Mentir” é um livro que te faz desconfiar de todas as personagens, menos de quem devemos. Claro que o culpado faz de tudo para se livrar da culpa, mas está super bem escrito!

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || UM ROMANCE EM AMESTERDÃO

Olá Nossos Devanienses!

 

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Li estas duzentas e vinte e nove páginas em dois dias e apaixonei-me logo no prólogo. Fiquei completamente arrebatada. Fiquei completamente apanhada. Ele tem uma livraria! O que hei-de eu escrever mais sobre a resenha do livro “Um romance em Amesterdão” sem dar spoiler? Eu detesto dar spoiler.

Produção mais encantador, por gentileza, tragam os CheeseBurger da Francisca e um fanta de ananás para mim.

Voltando ao livro, a Mariana, no seu geral, é uma mulher bem sensata, embora ache que haja direitos adquiridos com casamento. Algo muito errado e machista. Infelizmente, também há mulheres machistas. Não é por ele ser Marido que temos de fazer um bife só porque ele quer. Por vezes, apetece-nos lasanha. Se ele quiser um bife que o faço. É só uma analogia.

 

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Este é o meu oitavo livro do circulo de leitura e o quinto do mês. Soube-me tão bem lê-lo. É bom. Por outras palavras, há coisas que o Escritor nos dá antes de dar à personagens. É um jogo interessante que faz com que “O Romance em Amesterdão” mexa connosco.

O leitor faz contas e pensa e passado algumas linhas acontece. É um jogo bem psicológico. Gostei bastante. É bastante real. Demasiado real. Será baseado em factos? Quem sabe, a melhor história é que está dentro de nós. Será esta a história de José Pedro Vieira ou de Tiago Rebelo? Quem sabe…

Beijinhos

 

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RESENHA DO LIVRO || ANNABELLE

Olá Nossos Devanienses!

 

Wook.pt - Annabelle

 

Primeiramente, Produção tragam, por gentileza, os CheeseBurgers da Francisca e uma Pepsi para mim.

Eu li estas trezentas e vinte e sete páginas em dois dias! Eu adorei o livro. Este livro lançou Lina Bengtsdotter para o patarmar dos meus Escritores na Friend Zone. Fiquei fascinada com o trama do princípio ao fim. Agradeço imenso à Planeta por este envio, pois identifiquei-me bastante. Fiquei muito rendida. O trama em si tem uma grande reviravolta. Entrega-nos muita coisa antes dos personagens, mas outras coisas entrega-nos ao mesmo tempo.

Vou dar um exemplo, antes da Escritora mostrar às personagens quem eram a Rosa e a Alice, já dava pistas ao leitor.

 

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Annabelle é um livro incrível de mais para não ser lido. Não é de todo um policial banal. É um policial real. Quantas pessoas não fugiram do seu passada? Quantas pessoas não querem fugir do seu passado?

Uma questão que eu fiquei ao longo do livro, até apontei no mesmo: Toda a gente daquela aldeia fuma?! Qualquer coisa era “Criancinha fuma o seu cigarro.”. “A Filha mais nova de tal fuma o seu cigarro.”. “Você é uma Polícia fixe, pois deixa-me fumar com treze anos.”. Claro, não é Filha dela. Parecia uma aldeia Portuguesa, onde as criancinhas fumas e dizem palavrões. Poderá ser considerada uma aldeia normal? Fica a dúvida.

A dada altura, a criancinha fumadora disse que tinha inveja de Annabelle, pois deveria estar bem longe e o sonho dela era sair daquela aldeia.

 

 

Houve uma parte do trama que Colega de Charlie Lager questionou-se se lá na aldeia só tinham brincadeiras estúpidas quando esta lhe disse que usavam o jogo da faca para se divertirem e do desmaio. Este Colega é da cidade e perguntou-se em que século é que aquela aldeiazinha parou. Não era normal.

Nada naquela aldeia era normal. Também isso prende o leitor. Estamos sempre à espera dum “jogo” mais bizarro do que outro.

E claro, ninguém, em plena consciência, gostaria de criar um Filho ali. As crianças fumam, consomem drogas, bebem, saem até tarde, têm brincadeiras estúpidas como o Jogo do Desmaio, dizem palavrões e tudo isto e muito mais, naquela aldeia é normal. Gostaria de ter um Filho nestas condições? Pense com carinho…

 

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Não, Francisca, não é só o choque que prende o livro. Não é só aquela frase constante “Estas crianças não têm Pais? Estas pessoas não têm consciência?!”. A Escritora tem uma escrita tão linda como ela própria. Como vêm pelas fotografias, Lina Bengtsdotter é super linda.

Há muitas estórias juntas que se junta. Fantástico.

Outro pormenor importante: Toda a aldeia foi atingida por uma epidemia que atingiu homens e mulheres: Machismo!

Se gostas dum bom policial, este é sem dúvida a melhor escolha. É livro excelente e com uma escrita brilhante. A trama prende, também as partes chocantes. Tudo muito bem encaixado. Brilhantemente, mesmo. Eu disse que aquele povo não tinha aptidão para ter Filhos, mas essa mesma população encaixa-se super bem na estória. Não poderia ser outro tipo de pessoas. Não poderiam ser citadinos. Adorei mesmo.

Beijinhos

 

 

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RESENHA DO LIVRO || UMA PROMESSA DE FELICIDADE

Olá Nossos Devanienses!

 

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Um livro cheio de temas que nos faz pensar. Li em quatro dias estas duzentas e sessenta e nove páginas.

Produção mais linda tragam, por gentileza, os CheeseBurgers para a Francisca e uma limonada para mim.

Margaret e Patrick. Toda a estória centraliza-se neles. Passaram por várias coisas que poderiam acabar com o casamento deles. Amores e desamores. Se houve adultério, Francisca? Eu achei que essa parte iria mais longe. Esperava que fosse.

 

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Temos mais dois livros dela para ler. Testemunho e Casamento em Dezembro. Gosto do que ela transmite. Gosto da maneira que ela escreve.

Este livro é mais actual. No século dezanove. 

A Margaret passou por muito, mas o Patrick não ficou atrás. Se tivesse de TPM, choraria.

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || TUDO QUE ELE SEMPRE QUIS

Olá Nossos Devanienses!

 

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Três dias. Li este livro em três dias. “Tudo o que ele sempre quis”. O que poderei dizer deste livro? O incêndio com incêndio se pago. O Pum-pum do coração é constante. “Um romance intenso sobre o poder e os efeitos do desejo, da mentira e a da traição.”. O livro é complicado. Sabem aqueles livros que vocês não querem ler, mas querem? Sabem aqueles livros que vocês querem fechar, fecham-no e querem abri-lo de novo? Pronto, é este.

Ele é um pouco maníaco e machista. Tudo bem que o livro decorre entre mil e novecentos e mil novecentos e trinta e três. Hoje também existem pessoas assim, mas nessa altura era mais “desculpável”. Falaram, por alto, da Primeira Guerra Mundial que decorreu entre mil novecentos e catorze e mil novecentos e dezoito. Falaram mesmo ao de leve, pois não atingiu o protagonista directamente.

Ele admite a sua obsessão pela sua Esposa vinte e cinco anos mais nova. Uma coisa que eu gostei é que mostrou uma coisa que muita gente quer negar (e/ou esquecer): Há vários tipos de traição.

 

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Produção mais encantadora, tragam, por gentileza, os CheeseBurguers da Francisca e uma Pepsi para mim.

E este é o segundo livro dos sete escolhidos pelo Projecto Choose For me. Encantador, sem dúvida. Não me identifiquei, pois não gosto muito de coisas muito distantes, mas também não vou dizer que desgostei. Meio termo como expliquei em cima.

Por outras palavras, é um livro de duzentas e setenta e uma páginas que se lê bem e dá a entender que aquele homem precisa de muita ajuda. Ajuda que nunca vai ter e só seria entendido agora. Por quem quisesse entendê-lo, claro.

A Esposa fez muito bem em fazer o que fez em todas as partes do livro, mas nunca o entendeu.

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || EM PARTE INCERTA

Olá Nossos Devanienses!

 

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Primeiramente, porquê que eu demorei mais de quatro anos a ler este livro? Inacreditável! Demorei quatro dias a devorar quinhentas e onze páginas.  Acabei há minutos de ler e estou num misto de desilusão e “Uau!”. Desilusão porque ela cumpriu o cliché comercial. Ela planeou aquilo tudo durante um ano para não cumprir o objectivo inicial? Porém depois amei a deixa dele “Porque tenho pena de ti!”. Matou-a com esta frase! Grande Nick! Eu tentei entrar na mente dela, juro. Esperava que ela dissesse a qualquer momento: “Se tu pensares em fazer algo para me prejudicar, eu vou matar a tua Irmã, o teu Pai e, se ousares se quer voltar para ela, eu também a mato e vou fazer com que a culpa seja direccionada a ti! Tu dás-te tão bem com o teu Pai, não é mesmo?! Eles sabem que não! E tu ai vais sofrer todas as consequências. Morto não me serves de nada e eles vão sofrer por tua causa, logo a culpa vai ser tua!”.

Produção mais linda, os Cheeseburgers para a nossa querida Francisca e uma Pepsi para mim, por gentileza.

E ele sempre a dizer que nunca lhe fez mal. Não?! Trair é fazer bem?! Por outras palavras, não, não apoio em nada o que ela fez, mas ele nunca poderá dizer com verdade que nunca lhe fez mal. A porcaria da traição é tão banalizada!

 

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Estupidamente brilhante! Aplausos de pé para cada reviravolta! Quase se torna numa das minhas Escritoras favoritas. Está estrondoso! Eu chorei e ri-me. Não ao mesmo tempo, devo referir que foram em partes diferentes. Ainda estou em choque com todo o livro. Não só com o final. Ela conseguiu dar a volta à minha desilusão.

Brilhante!

Beijinhos

 

 

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RESENHA DO LIVRO || UM FIO DE FUMO NOS CONFINS DO MAR

Olá Nossos Devanienses!

 

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Li em meia dúzia de horas. Simples, leve e divertido.

Produção mais fantástica do Mundo, por gentileza, os CheeseBurgers da Francisca e uma Pepsi com limão e sem gelo para mim.

O que falar do livro “Um fio de fumo nos confins do mar”? Não sei muito bem responder a isso, Francisca. É bem actual. A nossa Guilhermina e a sua Família são uma fonte de risada. A Rute Isabel ajuda a festa. Basicamente é esta a estória.

 

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Guilhermina tem uns sonhos um pouco “estranhos”. A Família também não vai por melhores caminhos. Cacilda não quer que a Filha vá além do nono ano, porque ela licenciou-se e faz Arraiolos. Arranja um sem número de caso da vida alheia para justificar a sua decisão, mas Guilhermina só quer realizar o seu sonho com o soldadinho.

No final, a Guilhermina é tão distraída que não repara (pelo menos, é o que mostra aos leitores) que encontrou no programa as respostas que a Família queria que ela descobrisse no dito programa.

Lê-se muito bem. Se precisas de “encher chouriços” na tua lista de livros mensais, este é óptimo.

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || UMA QUESTÃO DE ATRACÇÃO

Olá Nossos Devanienses!

 

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Li-o em três singelos dias estas trezentas e noventa e cinco páginas. Este Brian é qualquer coisa de brilhante! Gostei do que li. Simples, directo, fácil de ler. Qualquer coisa de muito clean, digamos.

O livro “Uma questão de atracção” atrai-me bem. Um adolescente de dezanove anos que ainda tem acne. Pronto. Nunca soube o que era ter acne, logo não sei o que ele sente. Quem sabe venha a ter acne tardia e vou entendê-lo perfeitamente (Esperemos que não.). Ele é mesmo um pinga-amor como um dos Companheiros de Quarto lhe chama.

Produção mais linda, a nossa Francisca tem fome de CheeseBurgers e um gostaria, por gentileza, duma Pepsi. Sim, Francisca, com limão e sem gelo.

 

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Brian fazia o que podia para se adaptar a tudo que a sua vida lhe dava… até com álcool. Cada um lida à sua maneira. Algumas situações em que, como Leitora, pensei “Não faças isso, criança.”. Porém, ele tem de fazer isso, caso contrário não haveria um livro, não é mesmo? Mas dá mesmo vontade de entrar no livro e dizer-lhe “Cara criança, gasta esse dinheiro em livros, é mais útil.”. Principalmente, no que toca a gastar em álcool.

Primeiramente, Brian é mostrado com um miúdo perfeitamente normal, mas que tenta e tenta e tenta e erra e erra e erra. É bom e normal. É bom tentar. É muito bom. Temos cinquenta por cento de hipóteses. Ao passo que se não tentarmos, reduzimos para zero. O que é melhor? Pensem com carinho…

O livro “Uma questão de atracção”, posso dizer, é um momento de descontracção muito leve. Francisca, não, não houve adultero. Sim, isso é muito bom.

Passa-se bem o tempo a lê-lo e queremos sempre ler mais. É um livro muito sedutor, digamos. David Nicholls escreve muito bem. Sabe bem o que faz e como faz. Por outras palavras, é um livro que nos tira da realidade e queremos que, no meio de tudo, Brian vença. Torcemos por ele. Em conclusão, Brian é um sortudo e nós gostamos dessa sorte. Apesar de eu considerar que a sorte não existe. Existe trabalho e pronto.

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || UM RAPAZ DE BROOKLIN

Olá Nossos Devanienses!

 

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O que dizer sobre o livro “Um rapaz de Brooklin”? Primeiramente, Produção mais maravilhosa do Mundo, por gentileza, os CheeseBurgers da Francisca e três Coca-colas bem geladas e para mim um Ice Tea de Manga.

O livro ao início é confuso e depois nós entramos no trama. Eu cheguei ao ponto de fazer apontamentos no livro do que estava a entender. Nunca tinha feito tal coisa. Li-o em três dias. Eram apenas trezentas e duas páginas. Coisa pouca. Como costumo dizer “Não há livros grandes, são livros.” . Tal como não existe muito trabalho, existe trabalho.

Lê-se muito bem. Claro para ler em três dias numa boa. Entranha-se e depois entranha-se.

 

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É melhor do Ellery Queen? São estilos diferentes. No Ellery Queen tem mais revira voltas. Neste o Escritor dá-nos as coisas antes de dar aos personagens.

Através de Lionel tive o primeiro contacto com a doença de Tourete. Parecia só uma pessoa estranha, mas no fundo é só uma pessoa inteligente e doente. Achei que deu um toque ao livro.

 

 

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Foi um policial bem interessante. Tem muito para ensinar e prender.

A desconfiança marca cada página e o medo também. Aconselho vivamente.

Sim, Francisca, fala de adultério. Melhor do que isso é escrito no lindo Antigo Acordo que nunca deveria de ser antigo, mas sim actual.

Beijinhos