Relato · Sem categoria

Relato duma Leitora || A Noite

Olá Nossos Devanienses!

Adoramos quando vocês usam o email que foi feito para vocês: blog@devaneiosdemissl.com

Recebemos alguns email que vamos partilhar com vocês e se tens algo para contar, está à-vontade. É tudo anónimo.

“Olá, Girls! Leio o blog há uns tempos e gostava de partilhar com vocês uma coisa que mexe muito comigo. A minha irmã desapareceu há uns anos atrás. Ela tinha 8 anos. Bem pequena. Foi num dia de Verão e estávamos na nossa casa de férias. Nunca mais fomos para lá passar férias. Porém, de vez enquando digo que vou passar a noite a casa da minha melhor amiga e vou lá dormir. É perto. Então, dormo sempre no quarto dela. A casa continua mobilada. Todas as noite que estou lá, acordo e posso jurar que a vejo. Loirinha e sorridente. Levanto-me para ir abraça-la, mas ela parece que nem me vê. Custa imenso, ela está perto de mim e nem a consigo abraçar. Traquina. Está com o vestidinho branco do dia que desapareceu com sangue. Uma prima da minha idade vinha sempre connosco nas férias e a partir do dia que a minha irmã desapareceu, recusa-se a falar da minha irmã e a nossa ligação não é tão forte como dantes. Está traumatizada, eu acho. Não entendo. Não quer falar, recusa-se. Ela gostava muito da minha irmã.

Sabem, é tão bom ir à Casa de Férias vê-la e senti-la. Tenho tantas saudades dela que comento estas loucuras e a minha melhor amiga alinha, pois acha que é o melhor para mim.

Um beijinho e obrigada pela hipotese de desabafar.”

Só posso mandar um grande beijinho e desejar muita força!

Beijinhos

Relato

Relatório duma Leitora || A Casa

Olá Nossos Devanienses (e Leitora)!

Ficamos muito felizes quando vocês nos escrevem. O email novo é blog@devaneiosdemissl.com. Estejam à-vontade para nos escreverem e até para nos seguirem nas redes sociais, neste caso, facebook e instagram. Já sabem que quando chegamos aos 3000 em cada uma, fazemos um sorteio, respectivamente. 

Recebemos um email bem curioso duma leitora para a qual mandamos um grande beijinho e agradecemos o acompanhamento. Vocês todos são importante para nós e para o blog.

“Olá, meninas. Tudo bem com vocês? Não sei se acreditam nisto, eu também não acreditava até ao mês passado. Até fazerem com que acreditasse. Decidi escrever para desabafar um pouco. Se eu contasse a alguém iriam se rir, pois sempre fui ceptica a isto. Até agora. Agora acredito mesmo. Eu decidi passar as minhas férias sozinha. No meio do campo. Só eu e a natureza. Sim, Maluquinha dos Signos, sou Aquário. Aluguei, tratei de tudo e fui. Pensei ‘Que se lixe o Mundo!’.

Na primeira noite às vinte e duas em ponto ouvi um bebé chorar. Este som acompanhou-me à mesma hora durante os trinta dias que tinha pago para estar ali. Ao início não liguei. Não acreditava, iria ligar para quê? Tudo na paz. Porém, uma noite, dia 12, a luz ligou-se sozinha e eu tinha um diário na minha mesinha de cabeceira. Pensei que havia qualquer problema electrico. Quando me ia levantar para apagar a luz e dormir, algo me chamou a atenção no diário. Li-o. Só parei de ler quando cheguei ao fim. Fiquei perturbada. Um aborto tinha sido feito naquele quarto às 22 horas.

Quis não acreditar, mas hoje, após sair de lá, acredito que o espirito do bebé estava lá. Isso está a abalar as minhas noites. Agora sim, acredito em espíritos.”.

O que dizer deste relato? Não sei o que pensar. Acredito. É assustador. Muita força!

Beijinhos

Relato

Contaram-me um Segredo || Relato Sobrenatural

Olá Nossos Devanienses!

Segredo

Realizado no Canva

A história que eu vou contar, foi-me confessada há mais de dez anos. Uma colega minha. Só de pensar nas suas palavras, fico toda arrepiada.

Todos os Verões, ela ia para casa da tia, a irmã mais velha do pai. Todos os Verões sem excepção. Essa tia sempre foi solteira e era quase uma obrigação a única sobrinha passar as férias de Verão com ela.
A casa é antiga. Restaurada há pouco. Porém, era extremamente proibido ir ao quarto dela. Em caso algum. Ninguém entrava naquele quarto a não ser ela. Estava sempre fechado, até com a tia lá dentro.
Porém, a minha colega detestava passar a noite lá. A madeira rangia. Isso assustava-a muito. Escondia-se debaixo do seu seguro lençol. Ouvia um miado. Um miado suave.
Um dia, estava na sala e vi uma mulher nas escadas e um gatinho preto a seus pés. A respiração da minha colega parou.
Sempre que a tia abria a porta do quatro a mulher e o gato apareciam. Quando a porta se fechava, a mulher e o gato desapareciam.
A partir desse dia, sempre que ouvia o miado suave à noite, a minha colega chorava de medo. Ela jura a pés juntos que viu aquela mulher e aquele gato.
Sim, ela jura a pés juntos…
Beijinhos