Sociedade

O MELHOR MOTORISTA || DIZ O QUE TEM DE SER DITO

Olá Nossos Devanienses!

 

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Para quem não sabe, eu viajo muito de transportes públicos. É o que dá ter medo de conduzir, mas isso é algo que quero mudar este ano. É uma das minhas metas. Não quer dizer que vá deixar completamente os transportes públicos, mas entre andar de carro e de transportes, a escolha é óbvia. O motivo é que num transporte público há de todo o tipo de educação. A maioria não respeita o espaço pessoal dos outros. Para eles é banal, mas claro que isso não quer dizer que seja normal.

Quanto aos Motoristas da vida, existem três que se destacaram. Dois pelo mesmo motivo e este que foi formidável. Esses dois eram super mal educados. Acham que os carros são voadores. O último lembrou-se de usar a sua má educação num dia que eu estava com dores de cabeça. Enfim. É a necessidade deles.

Referindo-me a este que se destacou pela positiva. Ele não deixava nada por dizer e os Passageiros que faziam as coisas com banalidade, ficavam com cara de tacho do género “Fui apanhado!”. É que os Passageiros fazem as coisas com banalidade, foram ensinados assim.

 

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Dizia o que tinha a dizer com educação. Não aumentava o tom, não dizia palavrões. Foi curto e grosso. Para os Passageiros não pensarem que o poderiam fazer de anta. Mesmo que os Passageiros paguem para usarem o transporte, devem respeitar o trabalho dos outros. Não é porque é Passageiro que pode fazer o que quer como se fosse normal. Deve respeitar o Motorista e os outros Passageiros, é o mínimo.

Não encostar ao Passageiro que está ao lado, é o mínimo. Há um espaço no banco para cada um. Não é preciso ocupar o seu espaço e do outro e ainda achar que é normal, não é!

Já houve uma pessoa que se sentou ao meu lado, sem pedir licença, um daqueles acentos grandes e individuais e ainda disse para a outra pessoa que era muito boa ideia. Não, não era! Eu estava quase sem ar! Eu não tinha mais para onde me afastar! E ainda teve a lata de meter conversa, antes de sair, e dizer palavrões. Eu detesto palavrões. Eu já estava quase sem ar, só dizia “Hum-hum”. Para não ser mais mal educada do que aquela pessoa e por não conseguir falar. Aquele tempo pareceu uma eternidade. Eu cheguei ao ponto de não conseguir falar. Estava a sofocar. E a outra pessoa, como não teve consequências, estava na boa. Não é normal.

Respeitem! Respeitem o Motorista e os outros Passageiros!

Beijinhos

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