Expectativa

CASAMENTOS E INFIDELIDADES || EXPECTATIVA DO LIVRO

Olá Nossos Devanienses!

 

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Produção traga, por gentileza, os CheeseBurgers da Francisca e àgua para mim. Querida, gostarias duma Coca-cola? Traga, por gentileza, uma Coca-cola de dois litros para a Francisca. Grata.

Casamentos e infidelidades. Duas coisas que não têm nada a ver comigo e com a Francisca. Deixamos para os outros, para quem quiser. Para dizer a verdade, pode estar tarde para escrever sobre este tipo de temas. Vale a pena? Vai continuar…

O que esperar deste livro? Não, que eu saiba, não vi o filme, Francisca.

A sinopse conta-nos o seguinte:

Publicado pela primeira vez em 1953, Casamentos e Infidelidades tem a assinatura de John Bingham, pseudónimo de Lord Clanmorris. Autor de romances policiais e thrillers de espionagem, explora a mente num livro desafiador, onde a tensão humana se intensifica. Peter é casado com Beatrice, a mulher perfeita. Mas contra todas as previsões Peter apaixona-se por outra mulher. Para que Beatrice não sofra de amor, Peter arquitecta um plano: matá-la. Um policial em flashback que desvenda e disseca as motivações de um crime passional. Com uma leitura agradável assume-se como um clássico elogiado por muitos, tal como John Le Carré «O que deu a John Bingham a sua magia foi algo que procuramos num escritor, frequentemente em vão: um domínio absoluto da paisagem interna das suas personagens, perspicazmente observada por um olhar humano, que não deixa de ser maravilhosamente corrosivo.»

 

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O quê?! Vai matar a Esposa para ela não sofrer por ele se ter apaixonado por outra? Não faz sentido na minha cabeça. Ao mata-la vai trazer mais sofrimento do um simples divórcio. A própria morte em si pode ser dolorosa e vai fazer sofrer quem gosta dela. É só juntar um mais um.

Outro ponto, o que tem ser “perfeita”? O que isso impede de se apaixonar por outra menos “perfeita”? NADA!

Querido personagem, esquece o casamento, esquece a infidelidade. Divorcia-te e vivo o teu amor actual. Simples. É preciso matar alguém? Não!

 

 

Sim, Francisca, eu sei que sem isto não haveria livro. Mas o que tem para ensinar ao Leitor? Banalizam tudo nos dias de hoje. Banalizam demasiado. A consciência inventa desculpas para trair mais e mais. O que é banal não é normal. Não é e nunca foi.

Agora estou com uma dúvida: O divórcio não é mais barato do que matar? Não sei, ficou assim uma dúvida no ar.

O que mais me irrita é que esta personagem quer viver a sua vida (seguir em frente com outra) e a única solução que vê à sua frente é acabar com a vida da outra pessoa. Sou só eu é que não acho normal? Estou a ficar idosa para entender certas coisas. Vou ler para entender.

Beijinhos

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