Resenha

RESENHA DO LIVRO || ANNABELLE

Olá Nossos Devanienses!

 

Wook.pt - Annabelle

 

Primeiramente, Produção tragam, por gentileza, os CheeseBurgers da Francisca e uma Pepsi para mim.

Eu li estas trezentas e vinte e sete páginas em dois dias! Eu adorei o livro. Este livro lançou Lina Bengtsdotter para o patarmar dos meus Escritores na Friend Zone. Fiquei fascinada com o trama do princípio ao fim. Agradeço imenso à Planeta por este envio, pois identifiquei-me bastante. Fiquei muito rendida. O trama em si tem uma grande reviravolta. Entrega-nos muita coisa antes dos personagens, mas outras coisas entrega-nos ao mesmo tempo.

Vou dar um exemplo, antes da Escritora mostrar às personagens quem eram a Rosa e a Alice, já dava pistas ao leitor.

 

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Annabelle é um livro incrível de mais para não ser lido. Não é de todo um policial banal. É um policial real. Quantas pessoas não fugiram do seu passada? Quantas pessoas não querem fugir do seu passado?

Uma questão que eu fiquei ao longo do livro, até apontei no mesmo: Toda a gente daquela aldeia fuma?! Qualquer coisa era “Criancinha fuma o seu cigarro.”. “A Filha mais nova de tal fuma o seu cigarro.”. “Você é uma Polícia fixe, pois deixa-me fumar com treze anos.”. Claro, não é Filha dela. Parecia uma aldeia Portuguesa, onde as criancinhas fumas e dizem palavrões. Poderá ser considerada uma aldeia normal? Fica a dúvida.

A dada altura, a criancinha fumadora disse que tinha inveja de Annabelle, pois deveria estar bem longe e o sonho dela era sair daquela aldeia.

 

 

Houve uma parte do trama que Colega de Charlie Lager questionou-se se lá na aldeia só tinham brincadeiras estúpidas quando esta lhe disse que usavam o jogo da faca para se divertirem e do desmaio. Este Colega é da cidade e perguntou-se em que século é que aquela aldeiazinha parou. Não era normal.

Nada naquela aldeia era normal. Também isso prende o leitor. Estamos sempre à espera dum “jogo” mais bizarro do que outro.

E claro, ninguém, em plena consciência, gostaria de criar um Filho ali. As crianças fumam, consomem drogas, bebem, saem até tarde, têm brincadeiras estúpidas como o Jogo do Desmaio, dizem palavrões e tudo isto e muito mais, naquela aldeia é normal. Gostaria de ter um Filho nestas condições? Pense com carinho…

 

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Não, Francisca, não é só o choque que prende o livro. Não é só aquela frase constante “Estas crianças não têm Pais? Estas pessoas não têm consciência?!”. A Escritora tem uma escrita tão linda como ela própria. Como vêm pelas fotografias, Lina Bengtsdotter é super linda.

Há muitas estórias juntas que se junta. Fantástico.

Outro pormenor importante: Toda a aldeia foi atingida por uma epidemia que atingiu homens e mulheres: Machismo!

Se gostas dum bom policial, este é sem dúvida a melhor escolha. É livro excelente e com uma escrita brilhante. A trama prende, também as partes chocantes. Tudo muito bem encaixado. Brilhantemente, mesmo. Eu disse que aquele povo não tinha aptidão para ter Filhos, mas essa mesma população encaixa-se super bem na estória. Não poderia ser outro tipo de pessoas. Não poderiam ser citadinos. Adorei mesmo.

Beijinhos

 

 

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